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CASO IURD: João Lourenço ‘recusa’ reunir com delegação de deputados da Igreja Universal

De acordo com o jornal brasileiro Folha de São Paulo, o Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço, rejeitou um pedido para receber uma delegação parlamentar brasileira para defender os interesses da Igreja Universal do Reino de Deus em Angola.

O pedido, segundo a publicação brasileira, foi feito pelo vice-presidente Hamilton Mourão, durante o encontro com o presidente da República, João Lourenço, antes da 13ª cimeira reunião da Comunidade de Países de Língua Oficial Portuguesa CPLP realizada em Luanda.

De acordo o Folha de São Paulo, o Presidente da República terá dito ao dirigente sul americano, que não cabe ao Executivo receber deputados. Os parlamentares, estavam de propósito em Angola para defender os interesses da Igreja Universal do Reino de Deus no país, numa missão liderada pelo deputado Marcos Pereira, bispo licenciado da Universal.

Preocupado com a perda de apoio na base evangélica, Bolsonaro enviou o seu vice-Presidente, para directamente debater o tema com o estadista angolano.
(DR)

O governo de Jair Bolsonaro tem sido pressionado pela liderança da Igreja Universal, e pela bancada evangélica para se engajar na defesa da instituição em Angola, onde a igreja liderada pelo bispo Edir Macedo perdeu a liderança brasileira.

Preocupado com a perda de apoio na base evangélica, Bolsonaro enviou o seu vice-Presidente, para directamente debater o tema com o estadista angolano.

De acordo com interlocutores, foram dois os pedidos do vice-Presidente Brasileiro ao Presidente João Lourenço sobre a Igreja Universal, nomeadamente, que o governo angolano garantisse um tratamento justo à igreja nos processos judiciais e que uma missão de parlamentares evangélicos fosse recebida no Palácio presidencial.

Segundo o jornal, o Chefe de Estado angolano justificou que não era adequado que uma delegação de congressistas fosse recebida pelo Poder Executivo.
(DR)

No entanto, nenhum dos pedidos de Hamilton Mourão brasileiro foi atendido.

Segundo o jornal, o Chefe de Estado angolano justificou que não era adequado que uma delegação de congressistas fosse recebida pelo Poder Executivo.

João Lourenço explicou que uma missão de congressistas brasileiros seria sempre bem-vinda para se reunir com deputados angolanos, sempre que devidamente convidada pela Assembleia Nacional.

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