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África quer reduzir quantidades de resíduos e estimular as economias

O continente africano está a traçar estratégias como pode reduzir a quantidade de resíduos que gera e acelerar a taxa de recuperação de seus recursos através da adopção da “Economia Circular ”que promete eliminar o desperdício, criar empregos e estimular as economias.

O anúncio foi feito esta quarta-feira (7), na capital da Etiopa, Addis Abeba, pela comissária da União Africana, Josefa Sacko, durante o forúm sobre produtos químicos e sustentabilidade que a cidade de Berlim, na Alemanha albergou que visou proporcionar um novo ímpecto nos desafios e oportunidades em relação à gestão adequada de produtos químicos e resíduos .

Josefa Sacko fez saber que África é dotada de recursos naturais abundantes, incluindo recursos aquáticos e marinhos com imenso potencial de crescimento e desenvolvimento socioeconómico, indica uma nota a que o Jornal de Angola teve acesso.

“Este potencial de crescimento dos oceanos e da enorme linha costeira da África é estimado em quase um trilhão de dólares por ano. O fórum de Berlim é oportuno e distinto, uma vez que a África está a realizar avanços na realização das metas de desenvolvimento da Agenda 2063: a África que queremos”, assegurou.

Apesar deste potencial, disse, o continente enfrenta sérios desafios ambientais, como a poluição do ar, água, solo, degradação dos solos, desmatamento de floresta, perda de biodiversidade, extrema vulnerabilidade, bem como as mudanças climáticas.

“A poluição afecta todas as dimensões da nossa sociedade, desde o solo até as águas superficiais, biodiversidade, ao ar que respiramos. Também há contaminação dos solos que acabam afectando as lavouras e os alimentos que comemos”, realçou a comissária da União Africana.

FonteJA

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