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Magnata John McAfee encontrado morto na prisão em Barcelona

Segundo fontes prisionais, McAfee, cuja extradição para os EUA por alegada evasão de impostos estava iminente, ter-se-á suicidado.

John McAfee, de 75 anos, criador do famoso antivírus informático do mesmo nome, foi esta quarta-feira encontrado morto na cela que ocupava no Centro Penitenciário de Brians 2, em Sant Esteve Sesrovires, Barcelona.

Segundo fontes prisionais, McAfee, cuja extradição para os Estados Unidos por alegada evasão de impostos estava iminente, ter-se-á suicidado.

John McAfee, de 75 anos, criador do famoso antivírus informático do mesmo nome, foi esta quarta-feira encontrado morto na cela que ocupava no Centro Penitenciário de Brians 2, em Sant Esteve Sesrovires, Barcelona.
(DR)

As mesmas fontes indicaram que os profissionais de vigilância e os serviços médicos da prisão intervieram de imediato e realizaram manobras de reanimação, mas que, por fim, os médicos declararam o óbito.

A comissão judicial que se deslocou ao centro penitenciário está a investigar as causas da morte de McAfee e, segundo as mesmas fontes, tudo aponta para que se tenha tratado de suicídio.

John McAfee deu entrada no estabelecimento prisional a 4 de outubro de 2020, por ordem da Audiência Nacional, que concordou com a extradição para os Estados Unidos do criador do antivírus informático McAfee por alegada evasão de impostos, por ter ocultado elevados rendimentos entre 2016 e 2018.

Segundo fontes prisionais, McAfee, cuja extradição para os EUA por alegada evasão de impostos estava iminente, ter-se-á suicidado.
(DR)

McAfee foi detido em outubro no aeroporto de El Prat, em Barcelona, quando se preparava para apanhar um voo para Istambul, e desde então encontrava-se em prisão preventiva.

Durante a audiência de extradição, o empresário, cuja dívida fiscal aos Estados Unidos se cifrava em mais de quatro milhões de dólares, assegurou ter pagado “milhões de dólares em impostos” e disse ser vítima de uma perseguição política por ter denunciado corrupção na agência tributária norte-americana.

“Não existem provas que sustentem que tal coisa pudesse estar a acontecer”, respondeu a Audiência Nacional.

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