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Angola entrega certidão de óbito de Nito Alves e Saidy Mingas

As autoridades angolas entregaram, na sexta-feira, 4 de Junho, as certidões de óbito dos dirigentes do MPLA Nito Alves e Saidy Mingas, mortos em 27 de Maio de 1977, data associada a uma alegada tentativa de golpe de Estado que foi violentamente reprimida.

Em Angola começou, na última quinta-feira, o processo de recolha de DNA para familiares de vítimas da violência política entre a independência e o Acordo de paz de 2002. Os familiares de altos dirigentes da UNITA, maior partido da oposição, desaparecidos desde 1992, são prioritários neste processo.

Ainda semana, As autoridades angolas entregaram as certidões de óbito dos dirigentes do MPLA Nito Alves e Saidy Mingas, mortos em 27 de Maio de 1977, data associada a uma alegada tentativa de golpe de Estado que foi violentamente reprimida. O ministro da Justiça e Direitos Humanos, Francisco Queiroz, descartou a hipótese de indeminizar financeiramente as famílias.

O professor de história no Instituto Superior de Ciências da Educação de Luanda, Bruno Kambundo, refere que o mais importante é reconhecer as atrocidades porque ninguém conhece o valor de cada cidadão que desapareceu.

Este processo resulta da decisão do Presidente João Lourenço de ter pedido desculpa e perdão aos familiares das vítimas desde a independência ao acordo de paz de 2002. De passagem por Paris, o escritor angolano, Ondjaki reconhece que esta decisão é uma um passo importante que já deveria ter sido dado há muitos anos pelo MPLA.

O presidente João Lourenço recebeu esta semana, em Luanda, o Presidente do Conselho Militar de Transição da República do Chade, Mahamat Idriss Déby. No final do encontro, o chefe da diplomacia de Angola, Téte António, garantiu que Angola vai continuar apoiar a estabilidade no Chade.

Em Moçambique, continua desaparecido o jornalista e antigo Director da Rádio e Televisão Ruandesa cristã Amazing Grace, Ntamuhanga Cassien, exilado há quanto anos no país. Em entrevista à RFI, o director do Centro para a Democracia e Desenvolvimento de Moçambique, Adriano Novunga, fala em “possíveis cumplicidades entre Kigali e Maputo” no caso do desaparecimento do jornalista ruandês.

Em São Tomé e Príncipe terminou, na quinta-feira, o prazo de formalização de candidaturas às presidenciais no Tribunal Constitucional. De acordo com a lei, o Tribunal Constitucional tem sete dias para se pronunciar em função dos requisitos estabelecidos na lei eleitoral. Foram recebidas 18 candidaturas.

Na Guiné-Bissau, o aeroporto Osvaldo Vieira vai passar a ser gerido por uma empresa do Koweït que deve garantir melhorias nas infra estruturas e a vinda de companhias internacionais para o país, anunciou o ministro dos Transportes e Comunicação da Guiné-Bissau, Augusto Gomes.

Depois do recente golpe no Mali, a França anunciou a suspensão das operações militares. conjuntas com Bamako, numa tentativa de pressionar a junta no poder para a transição política exigida pela comunidade internacional. O governo francês não pôs em causa a continuidade da operação Barkhane contra os grupos jihadistas, na qual estão envolvidas 5.100 tropas francesas.

FonteRFI

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