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Grupo Boa Vida retirado das falsas acusações do processo de falência do BANC

O GRUPO BOA VIDA serve-se desta, para comunicar aos seus parceiros, colaboradores e amigos e sociedade em geral, que de acordo com a sentença proferida no dia 18 de Maio do corrente ano, pelo Juiz da 2º Secção da Sala de Comércio, Propriedade Industrial e Intelectual do Tribunal de Comarca de Luanda, Dr. Osvaldo Malanga, sobre o Processo nº 2327/19-A-01/21-B referente à Falência do Banco Angolano de Negócio e Comércio – BANC, divulgada nos Jornais Nacionais e nas mais variadas plataformas digitais, NÃO FOI ASSOCIADO A NENHUM DOS ACTOS QUE LEVARAM A FALÊNCIA DAQUELE BANCO, sentença essa, que contraria objectivos ínvios, perpetrados por um grupo de gente de má-fé, dolosamente intencionada.

De acordo com uma nota enviada ao Portal de Angola, assim, para devidos esclarecimentos e reposição da verdade, citamos extracto da sentença:

Portanto, fica assim, em evidência uma vez mais, que o Grupo Boa Vida não teve nada haver com o processo de falência do Extinto Banco Angolano de Negócio e Comércio – BANC, conforme informações veiculadas nas redes sociais no ano passado, com o fim único de lesar e denigrir a reputação empresarial, o bom nome e honra do seu Presidente do Conselho de Administração Sr. Tomasz Dowbor.
(Foto cedida)

“Os Ex-Administradores Executivo do Extinto Banco Angolano de Negócio e Comércio (BANC) José Aires Vaz do Rosário (Líder da Equipa), Waldemar Agostinho, Jerónimo Francisco, António Luiz da Graça Gameiro e Sabino Mauro das Neves e Silva, foram condenados pelo Tribunal Provincial de Luanda, a restituir com os seus próprios patrimónios os fundos que o Estado aplicou nesta Instituição por serem os causadores da sua falência.

O Processo, registado neste Tribunal com o número 2327/19-A-01/21-B foi movido pelo Ministério Público, em representação do Estado, através de uma acção especial de falência contra o referido Banco que teve prejuízos avaliados em mais 40 000 000 000,00 (quarenta mil milhões de kwanzas).

O Tribunal concluiu que a conduta de tais Executivos, enquanto gestores, produziu como efeito a erosão nas contas, banca rota e incumprimento das obrigações do Banco; para o efeito contaram com a conivência dos antigos Administradores Não Executivos.”

1. Portanto, fica assim, em evidência uma vez mais, que o Grupo Boa Vida não teve nada haver com o processo de falência do Extinto Banco Angolano de Negócio e Comércio – BANC, conforme informações veiculadas nas redes sociais no ano passado, com o fim único de lesar e denigrir a reputação empresarial, o bom nome e honra do seu Presidente do Conselho de Administração Sr. Tomasz Dowbor;

2. Por conseguinte, o Grupo Boa Vida, NÃO FOI CITADO OU ARROLADO COMO PARTE INTEGRANTE no processo de falência do referido Banco, e muito menos frisado nos autos da sentença proferida, conforme podem constatar;

3. Desde já, fica sem fundamentação, as falsas acusações e especulações proferidas em hasta pública, por pessoas de má fé, com intenção meramente caluniosa;

Por conseguinte, o Grupo Boa Vida, NÃO FOI CITADO OU ARROLADO COMO PARTE INTEGRANTE no processo de falência do referido Banco, e muito menos frisado nos autos da sentença proferida, conforme podem constatar.
(Foto cedida)

4. O Grupo Boa Vida, reafirma que o saudável funcionamento da economia depende de uma boa relação entre o sector privado e a banca, e demonstra pela sua atitude e compromisso, que essa relação é construída a longo prazo, na medida em que os projectos são concretizados, ganhando-se confiança e credibilidade junto das Instituições Bancárias. E, convidamos aos interessados a constatarem in-loco o volume, força e empenho das nossas equipas para conclusão de empreendimentos adjudicados ao Grupo, que confirmam a nossa capacidade técnica, de gestão, eficácia, comprometimento e responsabilidade em todos os projectos, activos e financiamentos que nos são confiados, garantindo assim, sempre o retorno do capital investido.

E, para terminar, o Grupo Boa Vida, recebe com grande satisfação a notícia e reafirma a confiança e credibilidade que tem pela Justiça Angolana.

Luanda, 21 de Maio de 2021.

GRUPO BOA VIDA

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