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Empresa de apostas espera ‘luz verde’ do regulador

Com receitas mensais na ordem dos 300 milhões de kwanzas e pelo menos 6.300 colaboradores indirectos em Luanda, a marca de apostas desportivas ElephantBet, mais conhecida por Angofoot, aguarda pela autorização do Instituto de Supervisão de Jogos para expandir a actividade para as outras 17 províncias.

Antoine Bartoli, um dos donos do grupo empresarial Mota Tavares & Barros, proprietário da marca de apostas, refere que têm todas as condições preparadas para a expansão, um objectivo que visa também o crescimento das vendas, consideradas para já “bastante insignificantes”, face às aspirações da empresa e às “elevadíssimas despesas”.

“Temos um mercado que está em crescimento todos os dias. No início, foi tudo muito complicado porque ninguém sabia jogar. Durante cinco anos, foi um negócio complicado para avançar. Hoje o mercado de apostas está bom, nossa aposta é igual à do resto do mundo”, refere Bartoli, que encara a entrada de novos operadores como “salutar”, uma vez que “permite mais opções aos jogadores e providencia mais receitas ao Governo”.

O empresário mostra-se, no entanto, “descontente” com a que considera “concorrência desleal” das máquinas de apostas, maioritariamente controladas pelos chineses, e que se propagam nas periferias, inclusive perto de instituições escolares.

“Boa parte dos apostadores é menor de idade, o que é contra a lei.” À operar no mercado angolano desde 2014, com um investimento inicial de 1 milhão de dólares, a empresa regista uma média diária de 100 mil apostas na plataforma digital e nos 1.500 pontos de venda distribuídos pelas ruas de Luanda. Os preços nos pontos físicos começam dos 200 kwanzas enquanto, no online, nos 50 kwanzas.

Aos mais de seis mil colaboradores indirectos, que vendem pelas ruas de Luanda, a marca junta 200 directos e, nos próximos tempos, espera aumentar este número de colaboradores para entre 3 e 4 mil.

Entre os projectos da ElephantBet, segundo o seu director, Paul Maire, consta o apoio a alguma equipa do campeonato nacional de futebol, ‘Girabola’, bem como a expansão da actividade para um outro país africano, ainda este ano.

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