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Primeiro encontro de esquerda francesa na perspectiva de eleição presidencial

Líderes da esquerda francesa reuniram-se pela primeira vez no sábado, num hotel parisiense, para abordar questões relacionadas com a eleição presidencial de 2022. Os dirigentes marcaram um novo encontro para o final de Maio, de forma a discutir sobre um programa comum.

Primeiro encontro exploratório, da esquerda francesa com vista a definir uma estratégia de união para a eleição presidencial de 2022, sem consenso no que diz respeito à urgência de uma candidatura comum.

A reunião ocorrida,à porta fechada, num hotel do décimo bairro de Paris, durou três horas e nela participaram , uma vintena de líderes e quadros da esquerda no seio da qual alguns dirigentes já declararam, em ordem dispersa,a sua candidatura à presidencial de 2022.

No final do mês de Maio, os líderes da esquerda francesa voltarão a reunir-se para discutir sobre um eventual programa comum, desta vez com a participação de representantes de colectivos de cidadãos.

O ecologista, Yannick Jadot, que formulou a ideia do encontro de sábado, expressou a sua satisfação pelo o que aconteceu na reunião e fez alusão à perspectiva de uma eventual candidatura única da esquerda francesa, que nos últimos anos tem primado pela desunião.

Favorável à uma candidatura única da esquerda, para a eleição presidencial de 2022, o Primeiro Seceretário do Partido Socialista Francês, Olivier Faure, considerou muito positivo o encontro do dia 17 de Abril de 2021 e espera que no Outono haverá um acordo entre os principais protagonstas.

Em contrapartida, o líder do partido “Europa-Ecologia-os Verdes” (EELV), Julien Bayou aguarda as primárias ecologistas para aderir a um projecto, na perspectiva da eleição de 2022.

Os dirigentes de A França Insubmissa (LFI) ficaram satisfeitos com o resultado da reunião, mas continuam a defender a candidatura do seu principal coordenador, Jean-Luc Mélenchon.

Eric Coquerel, que representou a LFI no encontro, considerou que por enquanto não foram resolvidas as questões da candidatura única e do programa comum.

Saliente-se que existem profundas divergências, no seio da esquerda francesa, no que toca nomeadamente à gestão da economia e ao funcionamento da União Europeia.

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FonteRFI
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