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Horizonte de Arte vence no Huambo

O grupo de teatro Horizonte de Artes de Benguela conquistou, no final de semana, a I edição do Festival de Teatro do Planalto Central, com o prémio de melhor espectáculo, por “Blasfémia do meu ser”.

O júri do festival, realizado pelo grupos SOS e Vilinga Teatro, no quadro das comemorações do Dia Mundial de Teatro, que contou com a participação de 12 grupos, disse ter atribuído o prémio ao único representante de Benguela por ter apresentado uma peça com maior pendor educacional e histórico em relação os demais.

A categoria de melhor actor ficou com Carlos Abílio, do grupo teatral SOS, ao passo que Emília João, do Unidos da Caála, foi a melhor actriz. O grupo da Caála levou ainda o troféu revelação.

Ainda no quadro das comemorações do Dia Mundial do Teatro, o Gabinete Provincial da Cultura, Turismo, Juventude e Desporto do Huambo atribuiu menções honrosas a 15 grupos emblemáticos do Huambo, em reconhecimento ao contributo no desenvolvimento da dramaturgia. Esta edição do festival contou com grupos de Benguela, Bíé e Huambo. As peças deram maior enfoque aos fenómenos sociais e as consequências sociais destes.

O director do Gabinete da Cultura, Turismo, Juventude e Desporto do Governo do Huambo, Jeremias Piedade Chissanga, que marcou presença no acto, destacou a importância do teatro no processo de moralização da sociedade e assegurou o contínuo apoio aos grupos locais. O representante da União Nacional dos Artistas e Compositores da Caála, Laurindo Tchissingui, pediu, durante o festival, maior divulgação dos produtos locais, através das peças, assim como atenção dos criadores locais aos jovens talentos da região.

Bengo
A II edição do Festival de Teatro do Bengo encerrou, no final de semana, com a participação de sete grupos, com realce para o Lev’Arte e Colectivo de Arte, do Ambriz, Selecção de Autores, do Dande, Jovens Reais, dos Dembos, Dimatekeno Teatro, de Nambuangongo, Dutungueno, de Bula Atumba, e Jovens Unidos, de Pango Aluquém.

O responsável pelo Departamento da Cultura, Orlando Mateus Congo, informou que o festival não foi competitivo, mas de intercâmbio e incentivo, por forma a dinamizar o sector cultural e artístico na região.

A província conta actualmente com apenas três salas de espectáculos, nomeadamente o Cine-Teatro de Caxito, o Centro de Formação Musical e Artes Cénicas de Caxito e o Centro Cultural Vissapa e Filhos, todos no município do Dande. Nos restantes municípios os recintos são adaptados.

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