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Benedito Daniel aponta consolidação das bases como principal desafio do PrS até 2022

Para o político, tendo em conta o se aproximar das eleições de 2022, a necessidade de intensificar o processo de mobilização e consolidação das bases será o maior desafio nos próximos dias para garantir o fortalecimento e a coesão interna

O presidente do PRS, Benedito Daniel, deu a conhecer, em entrevista a OPAÍS, que a consolidação e fortalecimento das bases constituem o principal desafio que vai nortear o ano político da sua organização ao longo de 2021.

De acordo com o líder partidário, com a baixa que o partido teve nas últimas eleições, o que resultou na eleição de apenas dois deputados, achou-se por bem focar todas as energias na mobilização e consolidação das bases, sobretudo neste ano pré-eleitoral, para garantir que, nas próximas eleições, o partido venha a conhecer mudanças quer no número de parlamentares a eleger, quer na conquista de militantes.

Segundo ainda Benedito Daniel, nos últimos anos, depois das últimas eleições, o partido tem dado “voltas por cima”, com a realização de diagnósticos internos de modo a tornar a estrutura mais coesa.

Porém, no presente ano, tendo em conta o se aproximar das eleições do próximo ano, este desafio será maior intensificado para garantir o fortalecimento e a coesa interna.

“Estamos a fazer um grande trabalho de reflexão interna para compreendermos melhor as nossas fraquezas, assumir novos desafios e intensificar as bases para criar coesão e fortalecimento interno”, apontou.

Atenção aos mais vulneráveis Por outro lado, Benedito Daniel reiterou a necessidade de uma aposta ágil nos programas públicos que têm como propósito o desenvolvimento das comunidades e a eliminação de todas formas de miséria.

O político defendeu, por isso, a atenção do Estado nas comunidades mais vulneráveis, sobretudo ao nível do interior do país, para evitar flexões que, posteriormente, resultam em manifestações violentas como aconteceu, recentemente, na vila de Cafunfo, província da Lunda-Norte, que resultou na morte de seis pessoas e várias outras feridas.

“Apesar da crise, temos de olhar as pessoas que mais sofrem. É possível minimizar o sofrimento na vida das pessoas, sobretudo ao nível do interior”, defendeu.

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