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Ministro do Interior exige combate à vandalização de bens

O ministro do Interior, Eugénio Laborinho, defendeu, ontem, em Luanda, um “combate firme” à vandalização de bens públicos que estão a tomar contornos preocupantes.

Eugénio Laborinho, que discursava na abertura da reunião extraordinária do Conselho Superior da Polícia Nacional, disse que o furto de cabos eléctricos, destruição de postes de iluminação pública, cabinas de distribuição de energia, tubagem de transporte de água potável, vandalização de carris dos caminhos de ferro, furto em instituições de ensino, entre outros bens são crimes que devem merecer maior atenção da corporação.

Disse tratar-se de crimes “importados por cidadãos estrangeiros que tudo fazem para instigar nacionais a roubarem meios que são vendidos a determinados países” que, posteriormente, são revendidos em Angola.

“Estamos diante de crimes que colocam em causa muitos bens jurídicos fundamentais, principalmente o direito à água, energia eléctrica, liberdade de circulação e segurança”, alertou o ministro, para quem o combate a este tipo de infracções deve ser feito “com maior firmeza e sem contemplações”.

Laborinho realçou que “um Posto de Transformação (PT) danificado por malfeitores prejudica milhares de cidadãos, razão pela qual, defendeu, “não se podem medir esforços para responder de forma clara e dura aos criminosos especializados em tais práticas”.

O ministro defendeu a expulsão administrativa dos estrangeiros envolvidos, lembrando que os órgãos de Polícia existem para garantir a ordem e a legalidade democrática.

Eugénio Laborinho reconheceu que “a Polícia Nacional tem cometido algumas falhas”, próprias do ser humano, mas garantiu que a corporação “tenta superá-las a cada dia”.

“Desculpamo-nos pelas eventuais irregularidades ou excessos de zelo por nós cometidos. Prometo que havemos de superar e corrigi-las, à medida que forem ocorrendo”, assegurou.

Laborinho encorajou as forças da Polícia Nacional “a continuarem a desempenhar as funções com brio, respeito pela legalidade e dignidade da pessoa humana, num espírito de proximidade ao cidadão”, pois “a população é a razão da nossa existência”.

Durante a reunião, que termina hoje, está a ser feito o balanço anual da situação de segurança pública, apresentação do modelo de avaliação de desempenho da actividade operacional da Polícia Nacional, plano de acção de 2021, bem como os procedimentos para o policiamento em reuniões e manifestações, entre outros pontos.

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FonteJA
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