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OPEP+ analisam comportamento da indústria petrolífera em Fevereiro

Os vinte e três Estados Membros do Grupo OPEP+ (13 Países Exportadores de Petróleo e 10 Não-OPEP) vão avaliar, hoje, em reunião, a evolução do mercado petrolífero mundial e procederem os ajustes pertinentes para um melhor preço e equilíbrio da procura e oferta.

De acordo com uma nota a que a ANGOP teve acesso, nesta quarta-feira, o grupo reúne pela 27ª vez, o JMMC (Comité Ministerial de Monitoramento Conjunto), órgão criado pelos “cooperantes”, à luz da Declaração de Cooperação (DoC-2016), que junta em uma plataforma os OPEP e parceiros.

A referida reunião acontece desde Novembro de 2020, ocasião em que os 23 Estados Membros do Grupo OPEP+ (13 OPEP e 10 Não OPEP) decidiram realizar encontros mensais, via Webinar, para avaliar a evolução do mercado petrolífero, por formas a dinamizar o sector.

Entretanto, o evento de hoje antecede a 14ª Conferência de Ministros do Grupo OPEP+, que acontece na quinta-feira, 04 de Março, em Viena (Austrália), a partir das 14 horas de Angola, via virtual.

Nas duas sessões, estão previstas, antes da adopção das agendas, as intervenções do Príncipe Abdulaziz bin Salman, Ministro da Energia da Arábia Saudita e co-presidente da OPEP+; Alexander Novak, Vice-Primeiro Ministro da Federação Russa e co-presidente da OPEP+, e do Presidente da OPEP e Ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás de Angola, Diamantino Azevedo.

Ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo.
(Francisco Miúdo)

Estratégias do petróleo positivas apesar da covd19

No 26º encontro do Comité Ministerial Conjunto de Monitoramento do Grupo OPEP+, os países membros do bloco petrolífero e os convidados a participar da presente sessão ficaram divididos sobre os planos de aumentar a produção, a partir de Fevereiro, devido ao aumento dos preços.

A propósito, o ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás de Angola, Diamantino de Azevedo, considerou as projecções da OPEP, de crescimento da procura de petróleo bruto, em cerca de 5,9 milhões de barris/dia, uma “reviravolta bem-vinda” num mercado devastado pela Covid-19.

Naquela ocasião, vinculada à 13ª reunião ministerial da OPEP, Diamantino de Azevedo referiu que 2020 não foi fácil para nenhum dos Estados-membros, porque a Covid-19 foi “um golpe” para as suas economias.

“Abriu profundos buracos nos orçamentos e atrasou significativamente os planos de investimento. Estamos fazendo a transição da gestão da crise para o apoio à recuperação global”, observou o governante angolano.

A OPEP+ é composta por 23 membros, 13 dos quais produtores de petróleo e dez não produtores, que mensalmente se reúnem em webinar, para avaliar a evolução do mercado petrolífero mundial e procederem os ajustes necessários, para se encontrar o melhor preço, visando proporcionar o equilíbrio entre a oferta e a procura.

Esta organização internacional foi criada em 1960, na Conferência de Bagdad (Iraque), visando coordenar e centralizar a política petrolífera dos seus estados-membros, entre os quais Angola (desde 2006), que assumiu, em Novembro de 2020, a presidência rotativa da Conferência de Ministros.

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