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‘Operações Stop’ da ‘mixa’ e bafómetro na via estão suspensos

A realização de “Operação Stop”, barreiras com o uso de cones e outros dispositivos de sinalização, nas estradas de Luanda usados pela Polícia Nacional, e os testes com bafómetro aos automobilistas, estão temporariamente suspensos, desde quarta-feira, para acautelar comportamentos excessivos por parte de alguns agentes reguladores de trânsito, no cumprimento das suas atribuições.

De acordo com uma nota do Departamento de Trânsito e Segurança Rodoviária do Comando Provincial de Luanda da Polícia Nacional, enviada aos órgãos de comunicação social, a medida orienta os efectivos apenas efectuarem o patrulhamento auto, à noite, para possíveis intervenções em caso de acidentes ou regularizar o movimento nas estradas.

A corporação deverá gizar um plano de “Operação Stop”, planificado quinzenalmente e devidamente aprovado superiormente, com base em acções direccionadas, de acordo com as contravenções tidas como preocupantes em cada território, diz a nota.

Em declarações à Rádio Luanda, o porta-voz do Comando Provincial de Luanda da Polícia Nacional, Nestor Goubel, disse que, “de agora em diante, a actuação da corporação será pedagógica, de modo a contribuir para a protecção da vida dos utentes da via e prevenção de acidentes”. Relativamente às “Operações Stop”, salientou que essas não podem servir de embaraço ao trânsito, devendo acontecer com base numa planificação, tendo em conta uma condição específica, com carácter preventivo.

Reacções
O automobilista Simão Diniz “encarou a medida como vantajosa e desvantajosa”, alegando que “algumas actuações da Polícia causaram mais embaraço ao trânsito rodoviário e noutras chegaram a pôr em perigo a vida dos utentes da via”, pois “alguns marginais aproveitavam-se das longas filas de carros para fazer das suas, particularmente no período nocturno”. “Eu, pessoalmente, já fui vítima disso”.

Engrácia Mota é contra a medida. Para ela, as operações são uma forma de se evitar o número de mortes em acidentes de viação, que, “nos últimos anos, são preocupantes, a maioria protagonizada por pessoas que conduziam sob efeito de bebidas alcoólicas”.

Sérgio Alexandre, condutor há sete anos, é consumidor de bebidas alcoólicas e já foi autuado pela Polícia Nacional. Desaconselha os automobilistas a conduzirem sob efeito de álcool.

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