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Presidente propõe renovação do estado de emergência e pede desconfinamento “planeado por fases”

O Presidente da República informou esta quarta-feira que submeteu à Assembleia da República o decreto para renovação do estado de emergência devido à pandemia. “Não é recomendado pelos peritos reduzir ou suspender, de imediato, as medidas de restrição dos contactos, sem que os números desçam abaixo de patamares mais geríveis pelo SNS”, salvaguarda.

O Presidente da República informou esta quarta-feira que submeteu à Assembleia da República o diploma para renovação do estado de emergência em Portugal devido à pandemia. O novo decreto presidencial divulgado por Belém argumenta que é necessário renovar o estado de emergência para que o Governo possa implementar as medidas de restrição à circulação e conter os contágios.

Marcelo Rebelo de Sousa reforça ainda que é importante planear um desconfinamento “por fases”, com mais testagem e baseado nas recomendações dos especialistas e com informações concretas, entre as quais a matriz de risco. No entanto, esse é uma tema que, apesar de não estar na gaveta, está apenas em cima da mesa.

“Não é recomendado pelos peritos reduzir ou suspender, de imediato, as medidas de restrição dos contactos, sem que os números desçam abaixo de patamares mais geríveis pelo SNS, que sejam aumentadas as taxas de testagem e a vigilância de novas variantes, que a vacinação possa cobrir uma parte significativa da população mais vulnerável para a Covid-19, contribuindo para uma crescente imunidade de grupo”, explica o chefe de Estado.

Portugal ultrapassou hoje os 800 mil casos de infeção desde que a pandemia chegou ao país, registando-se um total de 800.586. Só nas últimas 24 horas contabilizaram-se mais 1.480 casos de Covid-19, de acordo com o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS). O número de vítimas mortais do novo coronavírus no país aumentou para 16.136, depois de mais 50 perderem a vida. Porém, os números são animadores perante o cenário do início do ano.

“As medidas tomadas no quadro do estado de emergência estão a ter os efeitos sanitários positivos desejados, com alargado cumprimento das restrições em vigor, que se traduziu numa redução significativa de novos casos, bem como da taxa de transmissão, embora a incidência média continue a ser bastante elevada, bem como o número dos internamentos e de mortes”, refere o Presidente.

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