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Mal-estar na Embaixada dos EUA em Angola depois de órgãos públicos de informação publicarem entrevista “fora de tempo e de contexto”

A embaixadora dos Estados Unidos da América (EUA), Nina Maria Fite, deu uma entrevista à Rádio Nacional de Angola (RNA) no dia 2 de Fevereiro. A peça não foi para o ar nesse dia, mas vários dias depois, a 19 do mesmo mês. Sábado, 20, o Jornal de Angola chamou à primeira página o conteúdo da entrevista com o título “Administração Biden vai dar todo o apoio ao Presidente João Lourenço, no combate à corrupção em Angola”.

O Novo Jornal soube que a situação está a gerar mal-estar pois a conversa teve lugar antes do polémico relatório divulgado pela Pangea Risk, uma consultora especializada na gestão de risco em África e no Médio Oriente, onde se analisa as eventuais consequências para Angola de uma alegada investigação de procuradores dos EUA sobre João Lourenço e outros dirigentes angolanos de topo.

Na notícia que teve direito a manchete no Jornal de Angola lê-se que “Nina Fite disse que os EUA aguardam, com expectativa, a colaboração para o reforço da capacidade de Angola no cumprimento dos requisitos da Lei de Práticas de Corrupção dos Estados Unidos, que rege a forma como as empresas americanas devem desenvolver negócios no estrangeiro”.

“O empenho do Presidente João Lourenço no combate à corrupção é um sinal positivo para os investidores estrangeiros”, continua o Jornal de Angola, citando a embaixadora, para, logo à frente na notícia escrever que “a chefe da missão diplomática americana em Angola informou que, para apoiar a luta do Governo angolano contra a corrupção, os Estados Unidos prestaram assistência técnica e orientações a muitas instituições angolanas no combate ao branqueamento de capitais e ao financiamento do terrorismo”.

O Jornal de Angola volta a citar a chefe da diplomacia norte-americana em Angola para assegurar que “Os Estados Unidos estão empenhados em expandir os fortes laços bilaterais com foco no comércio e investimentos mútuos”.

 

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