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Ensino: Escassez de materiais de biossegurança pode comprometer saúde de milhares de crianças

Mais de seis milhões de alunos nas escolas do ensino primário para aulas presenciais. Actividade lectiva pode ficar comprometida devido à insuficiência de materiais de biossegurança na maioria das instituições.

Directores de escolas, encarregados de educação e associações académicas alertam que a falta de materiais de biossegurança, ainda verificada em várias escolas do País, pode expor milhares de crianças aos vírus da SARS-Covi-2. A observação foi feita devido à retoma das aulas presenciais, no dia 10 deste mês, nas classes de transição do ensino primário (1.ª, 2.ª, 3.ª, 4.ª e 5.ª classes), após suspensão por conta da Covid-19.

Numa ronda efectuada nalgumas escolas dos municípios e distritos da capital do País, o Novo Jornal constatou que a maior parte das instituições de ensino não está ligada à rede pública de água. Noutras, observou a falta de pontos de lavagem das mãos, de termómetros infravermelhos para a medição de temperatura e de sabão e álcool em gel.

Na Escola do Ensino Primário n.º 1126, na Avenida Comandante Valódia, no distrito do Rangel, por exemplo, logo à entrada, não estava a ser medida a temperatura aos alunos e professores, nem havia pontos de higienização para a lavagem das mãos. Na referida instituição, a equipa do NJ observou apenas um reservatório de água numa das casas de banho, que, por sinal, estava vazio.

Fontes ligadas à escola confidenciaram que os materiais ainda não chegaram à instituição, realidade que não impediu o regresso às aulas.

“Temos apenas um reservatório de água, mas esperamos adquirir, nos próximos dias, alguns baldes e detergentes para atender aos nossos alunos”, garante a fonte.

Na Escola do Ensino Primário n.º 3003, vulgo “Escola 11”, no distrito do Hoji-Ya-Henda, município do Cazenga, professores e membros do corpo directivo mostraram-se contentes com o regresso às aulas presenciais, apesar de reconhecerem não haver ainda condições de biossegurança.

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FonteNJ
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