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Angola regista nove mortes pela primeira vez num só dia

Nove mortes de Covid-19 foram registados ontem no país, o maior número de óbitos num só dia, desde o surgimento das primeiras infecções, em Março do ano passado.

As mortes ocorreram nas províncias de Luanda, com seis, uma no Bié e igual número no Huambo e Huíla. Das vítimas mortais, constam seis mulheres e três homens, com idades entre quatro e 80 anos.
De acordo com o secretário de Estado para a Saúde Pública, Franco Mufinda, as mortes são decorrentes de doentes que se encontravam em estado crítico, com cormobilidades de insuficiência renal, tripanocitose e hipertensão arterial.

Franco Mufinda, que falava no habitual ponto de situação diário da pandemia da Covid-19, esclareceu que, com o re-gisto de nove mortes, o número de óbitos passou para 487, o que representa uma taxa de letalidade de 2,4 por cento. Até à data, Luanda, o epicentro da doença, concentra o maior número de mortes.

Nas últimas 24 horas, foram reportados mais 47 infectados, sendo 31 em Luanda, sete em Cabinda, cinco no Huambo, um em Benguela, igualmente número no Moxico, Huíla e Bié. Na capital, as localidades mais acometidas foram a Samba, Maianga, Sambinzanga, Talatona, Rangel e Viana. As idades variam entre seis e 79 anos. O cumulativo de casos confirmados é de 20.210 casos. O secretário de Estado disse que ainda ontem foram recuperadas 64 pessoas, das quais 33 em Luanda, 13 no Huambo, nove na Huíla e igualmente número na Lunda-Norte, perfazendo um total de 18.687 recuperações.

Doação reforça meios de biossegurança

(Foto: D.R.)

Mais de quinze toneladas de equipamentos hospitalares foram doados, ontem, a Angola pela multinacional egípcia, Elsewedy Electric, no âmbito do Programa de Combate à Pandemia da Covid – 19.

Entre os meios entregues, constam camas, diverso material gastável, máscaras e alguns equipamentos para a ventilação não evasiva.  Na ocasião, a ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, considerou a doação como importante para o reforço da assistência médica/medicamentosa, não só para os doentes da Covid-19, mas também, com outras patologias.
Garantiu que os meios serão distribuídos a outras províncias, em função de um plano de contingência. Sílvia Lutucuta afirmou que as autoridades têm um plano de vacinação contra a Covid-19 em Angola que, numa primeira fase, vai  imunizar 53 por cento da população, dependendo da quantidade de vacinas que chegarem”.

Destacou a visita ao Central de Compras e Aprovisionamento de Medicamentos e Meios Médicos (CECOMA) do presidente do Afreximbank (Banco Africano de Exportação – Importação), Benedict Okey Oramah.

Sublinhou que se encontra em Angola no  âmbito de um projecto importante da União Africana, mais virado para a vacinação. O presidente do Afreximbank tomou contacto com as condições logísticas -câmaras fundamentalmente – para a conservação das vacinas.

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