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Raúl Tati: “Detenção de activistas em Cabinda é uma aberrante injustiça”

Dois deputados da oposição apelam à libertação de três activistas que estão detidos há sete meses na província de Cabinda, no norte do país.

Lourenço Lumingo, da Convergência Ampla de Salvação de Angola – Coligação Eleitoral (CASA-CE), e Raúl Tati, da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) pelo círculo de Cabinda, afirmam que os jovens “não são criminosos”, mas “prisioneiros de consciência”. Os três são acusados dos crimes de rebelião, ultraje ao Estado e associação criminosa.

As detenções dos activistas Maurício Gimbi, André Bônzela e João Mampuela, membros da organização política União dos Cabindenses para a Independência (UCI), ocorreram dias antes de terem sido colocados na rua dísticos, cuja autoria foi atribuída ao movimento, com os dizeres: “Abaixo as armas, abaixo a guerra, Cabinda não é Angola, viva o diálogo”.

Maurício Gimbi é o presidente da UCI, enquanto que André Bônzela é o vice-presidente e João Mampuela o director de gabinete do presidente.

Em Setembro de 2019, o Tribunal de Cabinda negou a alteração das medidas de coação a Maurício Gimbi e João Mampuela, mas deferiu a liberdade provisória, sob termo de identidade e residência e uma caução de 300.000 kwanzas (417 euros), a André Bônzela. Contudo, por falta de condições para o pagamento da caução, também Bônzela permanece detido.

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FonteDW
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