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Cabo Verde almeja inversão da política americana com Joe Biden

O primeiro-ministro cabo-verdiano Ulisses Correia e Silva formulou votos para que, sob a nova presidência de Joe Biden, os Estados Unidos e o arquipélago reforcem uma cooperação histórica, a América onde residiria a maior comunidade insular no estrangeiro.

Segundo “A Nação” os Estados Unidos acolheriam mais do que o dobro dos residentes cabo-verdianos em território nacional.

Uma forte comunidade que, segundo aquele órgão de informação, deposita “grandes esperanças” na dupla protagonizada pelos novos presidente e vice-presidente americanos, Joe Biden e Kamala Harris, respectivamente.

Também o chefe do executivo do arquipélago, Ulisses Correia e Silva, afirmou ter “muita esperança duma inversão e de uma mudança significativa no mundo.”

“Os Estados Unidos da América é um país que tem um peso muito grande em todas as áreas, a sua democracia, o seu peso tecnológico, o seu peso na defesa, na segurança. E é importante que esta nova era traga novas esperanças, novos valores e possa unir mais o mundo em prol do desenvolvimento e da melhoria das condições económicas porque tudo isto está muito interligado, e visualizar um mundo mais diferente, mais justo, mais solidário”, enfatizou o primeiro-ministro cabo-verdiano.”

O novo presidente democrata tomou posse nesta quarta-feira, 20 de Janeiro de 2021, após ter vencido as eleições de 3 de Novembro do ano passado perante, o chefe de Estado republicano cessante, Donald Trump.

Trump era arauto de uma política pouco aberta ao multilateralismo, apostado na grandeza da América, que o levou a retirar-se, por exemplo, do Acordo de Paris de luta contra o aquecimento climático, defendendo também um desengajamento em relação à NATO, Organização do Tratado do Atlântico Norte.

O seu sucessor ao assumir funções começou logo por publicar decretos permitindo, nomeadamente, o regresso do país ao Acordo de Paris ou ainda à Organização Mundial da Saúde.

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