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Malanje: Atrasos em obras do PIIM irritam cidadãos e autoridades locais

Atrasos sem explicação nas obras do Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM)no interior da província de Malanje estão a provocar descontentamento entre a população e mesmo as autoridades locais.

Um administrador ameaça mesmo levar uma empresa a tribunal por alegada falta de cumprimento das sus obrigações contratuais.

No município do Kunda-Dya-Base, a nordeste de Malanje, o governador Norberto Fernandes dos Santos lançou em Junho último as empreitadas para terraplanagem de três estradas secundárias e terciárias e a construção e apetrechamento de um posto de saúde do tipo Bmas o grau de execução física estão aquém das expectativas dos habitantes e da Administração Municipal.

Os munícipes estão descontentes com a letargia como refere Domingos Viera Diolo que não entende o porquê dos atrasos na recuperação das estradas se parte do dinheiro foi pago.

“O que me mete mais triste é as empresas contratadas são pagas algumas parcelas do dinheiro e as coisas ficam sempre paradas, as estradas por exemplo, a terraplanagem do Quituxe ao Bango está do modo que está mas foi pago alguma parte”, afirmou , acrescentando que “do desvio de Kizenga para a sede da comuna do Lemba foi pago alguma parte está do modo que está, as coisas aqui para mim não andam bem”.

O encarregado de obras da construtora China & Filhos, Zacarias Dombal, a que foi adjudicada a construção e apetrechamento de sete salas de aula avaliada em 108 milhões de Kwanzas na sede municipal do Kunda-Dya-Base admitiu que a execução física é minúscula, mas culpou isso na “aquisição de material”.

A paralisação parcial dos contratos das obras sociais com realce as estradas secundárias e terciarias entre Kunda-Dya-Base/Milando a cargo da empresa Dala Ngunza deixa desgastado o administrador municipal Francisco Muta Cambo que promete levar o caso à justiça.

“Nós temos a escola, posto de saúde, a intervenção nas estradas que ligam Milando/Lemba registou-se até um certo momento morosidade por parte de execução”, disse.

“Temos uma grande inquietação com a empresa que está a intervir nos 35 quilómetros aqui da sede ao Bango, também do desvio do Milando a comuna do Lemba”,acrescentou afirmando aida que “tomarei as medidas em relação a essa situação do atraso das obras dos 35 quilómetros”.

No Plano Integrado de Intervenção nos Municípios naquela região de Malanje está inscrito a edificação de sete residências do tipo T3 para técnicos locais, orçadas em mais de 34 milhões kwanzas.

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