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Cidadãos abarrotam locais de obtenção de documentos

Milhares de cidadãos, em Luanda, acorrem, desde segunda-feira, às instituições públicas, para a obtenção de diversos documentos, causando muitas enchentes.

No Serviço Integrado de Atendimento ao Cidadão (SIAC), ao Talatona, a coordenadora local, Elisângela Manuel, disse, ao Jornal de Angola, que, até às 9h00 de segunda-feira, mais de 200 cidadãos tinham sido já atendidos e, mesmo assim, havia ainda aglomeração dentro e fora das instalações.

Referiu que comparativamente ao atendimento do primeiro dia do ano passado, neste há mais movimentação. Até ontem, acrescentou, estavam atendidas cerca de duas mil pessoas.

Elisângela Manuel esclareceu que, por norma, no SIAC, as maiores aglomerações acontecem de Outubro até Fevereiro, indicando que neste ano o fluxo se deve ao reinício das aulas e à caducidade de muitos documentos durante a pandemia.

A maioria das pessoas vai tratar Bilhete de Identidade, Carta de Condução, Registo de Nascimento, no Cartório Notarial, documentos para posterior autenticação no Ministério das Relações Exteriores, cadastramento nos centros de emprego, atendimento bancário, empresarial e outros serviços públicos.

A coordenadora garantiu que o SIAC está preparado para atender todos os cidadãos que acorrem às suas unidades em Luanda.
“Os cidadãos não devem esperar pela extinção do prazo de validade dado pelas instituições, para tratar ou renovar documentos, porque isso cria muitos constrangimentos”, apelou.

Menos tempo

O Jornal de Angola constatou que o SIAC tem normatizado um orientador de fluxo para facilitar o atendimento. Para se tratar documentos na área do Registo Civil é necessário fazer-se, antes, a triagem, de modo que quem for à outra fase tenha condições que permitam a execução do que pretende tratar.

O interessado quando chega tira uma senha e deve observar se tem toda a documentação em dia. O tempo de espera, para o atendimento, está programado para apenas cinco minutos caso a documentação esteja completa.

Falhas no processo de entrega e execução do documento só acontece quando se registam deficiências na rede, que depende de um provedor que garante a comunicação. Essa garantia é da responsabilidade da Unitel e Angola Telecom.

Para facilitar o atendimento existem serviços de redes sociais e linhas telefónicas. Além dos serviços em Talatona, o Jornal de Angola verificou o mesmo movimento nos SIAC do Cazenga, Cacuaco, Kalawenda, Viana, Marcone, Sambizanga e Zango.

A rede está enquadrada no âmbito do Plano de Reforma da Administração Pública, no sentido das prestações chegarem rápido às localidades com maior concentração de cidadãos à procura de serviços públicos essenciais.

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FonteJA
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