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Presidente cessante, Touadéra, reeleito, na República centro-africana

O Presidente centro-africano cessante, Faustin Archange Touadéra, foi declarado reeleito nas eleições presidenciais de 27 de dezembro, num escrutínio em que 50% dos eleitores não puderam votar, devido a ameaças duma ofensiva rebelde na República centro-africana.

O Presidente centro-africano cessante, Faustin Archange Touadéra professor de matemática, de 63 anos, venceu as presidenciais com 53,92% dos votos expressos, segundo os resultados proclamados pela Autoridade nacional de eleições.

Mas registou-se uma forte taxa de participação nessas eleições, 76,31%, de um universo de 910.000 eleitores, quando inicialmente estavam inscritos 1, milhão e 800 mil eleitores.

Esses resultados têm de ser validados pelo Tribunal constitucional após análise dos recursos contenciosos apresentados pela oposição que denuncia “fraudes massivas”.

O Presidente reeleito, ganhou as presidenciais tendo à frente uma oposição dispersa entre 16 candidatos, nomeadamente, Anicet Georges Dologuélé, ex-primeiro ministro, que ficou em segundo lugar, obtendo, 21,01% dos votos.

Calma em Bangui à espera também de resultados das legislativas

A calma reinava nas ruas da capital, Bangui, durante o dia, após o anúncio da vitória do presidente cessante na rádio nacional. Uma centena de pessoas juntou-se em frente da sede do Movimento corações unidos, partido do Presidente, festejando a sua vitória.

De notar que ainda não houve resultados das eleições legislativas que ocorreram paralelamente às presidenciais.

Enfim, estas eleições presidenciais e legislativas decorreram num país, ameaçado pela violência de grupos rebeldes, após uma guerra civil mortífera, iniciada em 2013.

A 19 de dezembro, uma coligação dos principais grupos armados que partilham dois terços da RCA, juraram, tomar controlo total do país.

O Presidente cessante, Touadéra, denunciou, então, uma tentativa de golpe de Estado sob as ordens de François Bozizé, ex-presidente derrubado em 2013 e cuja candidatura às eleições presidenciais foi invalidada duas semanas antes pelo Tribunal constitucional.

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FonteRFI
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