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Inglaterra e Escócia voltam ao confinamento total

Seis semanas de confinamento total em Inglaterra. Boris Johnson anunciou esta segunda-feira medidas semelhantes às tomadas no início da pandemia. O primeiro-ministro britânico admite que a nova variante do coronavírus está a espalhar-se de uma forma “frustrante e alarmante” e que os hospitais estão sob um pressão nunca vista.

“Com a maioria do país já com medidas extremas, torna-se evidente que juntos precisamos de fazer mais para controlar esta nova variante enquanto as vacinas são distribuídas,” afirmou Boris Johnson. Numa comunicação ao país, acrescentou que o novo confinamento nacional tem de ser “suficientemente duro para conter esta variante”. “Isto significa que o Governo está mais uma vez a mandar-vos ficar em casa,” disse.

Ao abrigo das novas regras, que devem entrar em vigor esta quarta-feira, depois da aprovação pelo parlamento, as aulas presenciais nas escolas são suspensas. Todas as lojas não essenciais serão fechadas e os restaurantes só podem vender para fora.

O Reino Unido registou 58.784 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas – um novo máximo diário e o sétimo dia consecutivo em que o número diário de casos ultrapassou a fasquia dos 50.000 -, e 407 mortes, para um total de 75.431 mortes desde o início da pandemia.

Nos últimos dias a média diária de casos aumentou 50% e de mortes 21% comparando com os sete dias anteriores.

Horas antes, também a Escócia tinha declarado um confinamento total até ao final de Janeiro.

A chefe do governo da Escócia, Nicola Sturgeon, anunciou o confinamento no país a partir de terça-feira. “Estou mais preocupada com a situação que enfrentamos agora do que em qualquer momento desde Março do ano passado”, justificou.

Irlanda do Norte e País de Gales, que também têm autonomia em termos de política de saúde, já tinham iniciado confinamentos após o Natal.

Quase 80% da população já se encontra atualmente no Nível 4, o mais elevado de uma escala de restrições, que determina o encerramento do comércio não essencial e recomenda que as pessoas fiquem em casa, mas prevê o funcionamento de escolas e universidades.

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