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Morreu Carlos do Carmo

O cantor, de 81 anos, morreu na manhã desta sexta-feira, no hospital de Santa Maria, em Lisboa, onde deu entrada ontem com um aneurisma na aorta

Morreu o fadista Carlos do Carmo, aos 81 anos, vítima de um aneurisma da aorta. O fadista de 81 anos tinha-se despedido em 2019 dos palcos com dois concertos, um no Porto e outro em Lisboa.

Nascido em 1939, filho da fadista Lucília do Carmo e do livreiro Alfredo Ameida, o dono da casa de fados O Faia, em Lisboa, desde pequeno que Carlos do Carmo começou a atuar no restaurante do pai. A carreira profissional começou em 1964.

Entre as canções que interpretou estão temas incontornáveis da segunda metade do século XX português, como “Por Morrer Uma Andorinha”, “Canoas do Tejo”, “Os Putos”, “Lisboa Menina e Moça”, “Estrela da Tarde”, “Um Homem na Cidade” ou “Flor de Verde Pinho”, com que representou Portugal no XXI Festival Eurovisão da Canção, em 1976.

Um dos mais celebrados músicos portugueses da segunda metade do século XXI, Carlos do Carmo revolucionou a forma como se encarava o fado. Em vez do típico acompanhamento com uma guitarra de fado e uma guitarra portuguesa, usava orquestras e arranjos elaborados de cordas para acompanhar a sua voz.

Em 2014 recebeu um Grammy Latino pelo conjunto da obra, e o Prémio Personalidade do Ano/Martha de la Cal, da Associação Imprensa Estrangeira em Portugal. No ano seguinte recebeu a mais elevada distinção da capital francesa, a Grande Médaille de Vermeil, e, no ano seguinte, o Estado português condecorou-o como o grau de Grande-Oficial da Ordem do Mérito.

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FonteSábado
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