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Africa do Sul reimpõe restrições e OMS adverte para futuras pandemias

A África do Sul proibiu a venda de álcool e tornou as máscaras obrigatórias em público a partir de terça-feira, após um aumento nos casos de coronavírus.

Enquanto isso a Organização Mundial de Saúde alerta que pandemias muito mais mortais do que a Covid-19 podem surgir de futuro e apelou a que os países estejam preparados e mantenham a vigilância.

Países em todo o mundo debatem-se com picos de infecções que elevam o número de casos globais para perto de 81 milhões, mesmo com o lançamento de vacinas aumentando na América do Norte e Europa.

O Presidente sul-africano Cyril Ramaphosa anunciou na segunda-feira a proibição da venda de álcool e disse que as máscaras serão obrigatórias em público depois que seu país se tornou o primeiro na África a registrar um milhão de casos.

“Baixamos a guarda e, infelizmente, agora estamos pagando o preço”, disse Ramaphosa, culpando pelo aumento os eventos sociais “super-propagadores” e uma “extrema falta de vigilância durante o período de férias”.

Ramaphosa disse que os dados mostram que o “consumo excessivo de álcool” leva a um aumento nos casos de trauma relatados em hospitais, causando uma pressão “desnecessária” nas instalações de saúde pública.

O aumento de casos também forçou as autoridades do Rio de Janeiro – uma das cidades mais afetadas do Brasil – a anunciar na segunda-feira que bloquearão o acesso às praias no dia 31 de Dezembro para evitar que multidões comemorem o Ano Novo.

E na Espanha, onde o número de mortos ultrapassou 50 mil, o ministro da Saúde disse que o governo estabeleceria um registro de pessoas que se recusam a ser vacinadas e o compartilharia com outros estados membros da União Europeia.

As vacinações na Espanha e em outros países da UE começaram no fim de semana, e as autoridades temem que a hesitação e a rejeição da vacina possam atrapalhar esses esforços – especialmente por causa de campanhas de desinformação nas redes sociais.

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