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Luanda e S. Tomé reforçam acordos diplomáticos bilaterais empresariais e turísticos

Angola e São Tomé e Príncipe rubricaram nesta segunda-feira em Luanda um acordo de isenção de vistos para passaportes diplomáticos, de serviço e ordinários e isto no âmbito da deslocação até amanhã à capital angolana da chefe da diplomacia são-tomense.

Angola e S. Tomé e Príncipe deram mais um passo na sua cooperação estratégica com a assinatura em Luanda de um acordo de isenção de vistos em passaportes dois países.

Luanda e S. Tomé rubricaram acordos diplomáticos bilaterais com destaque para a importância de vistos entre Angola e S. Tomé e Príncipe, nomeadamente nos sectores do turismo e empresarial.

Os dois países já assinaram cerca de 22 acordos em vários domínios que precisam de ser impulsionados pela comissão mista bilateral para a sua efectivação.

A chefe da diplomacia santomense, Edith da Costa, que cumpre uma visita de trabalho de três dias a Angola, é portadora duma mensagem do Presidente de S. Tomé e Príncipe, Evaristo do Espírito Santo Carvalho para o seu homólogo angolano, João Lourenço.

Teté António, o ministro angolano das relações exteriores foi um dos signatários esta segunda-feira em Luanda do acordo de isenção de vistos com São Tomé e Príncipe.

Teté António realça a importância deste novo patamar do relacionamento entre os dois Estados lusófonos que se vai traduzir no aumento da circulação de pessoas e bens.

“Este acordo vai contribuir para a facilitação e aumento da livre circulação de pessoas e bens entre Angola e São Tomé e Príncipe, bem como dos empresários e homens de negócios, académicos, entre outros.”

“É de facto um passo, um passo que vai no espírito da CPLP [a Comunidade dos países de língua portuguesa], existe a nova visão estratégica da CPLP 2016-2026 [que] já prevê a necessidade da criação de condições para registar e fortalecer a marca institucional da CPLP… que é no âmbito, também, da livre circulação de pessoas e bens dentro da comunidade. Aliás também temos a materialização dos Acordos de Brasília de 2002 que ainda está em negociação, estou a falar da mobilidade. Todos estes factores estão a contribuir para fortalecer a nossa comunidade.”

Instado a comentar se esta seria uma velha aspiração de ambos os países o chefe da diplomacia de Luanda alega ser o caso por parte “dos povos”. Na verdade, espiritualmente, isso já existe. E hoje mesmo, com os mecanismos existentes de concessão de vistos e outros há muita fluidez na circulação entre os países, não é uma novidade no espírito dos nossos povos. E entre São Tomé e Príncipe e Angola temos uma relação estreita, histórica e até consanguínea, é normal que facilitemos os nossos povos porque é para eles que trabalhamos”, acrescentou.

Questionado sobre se passo idêntico com outros países membros da CPLP, a organização lusófona, poderia vir a ser equacionado por Angola o ministro angolano alega que é mesmo assim. “O espírito é este, é o que é encorajado entre os países da CPLP, com certeza vamos evoluindo para isto. Já temos com outros, como Angola. Creio que a tendência do mundo é abrir-se, a nossa comunidade não vai ser uma excepção. Respeitando as leis e as normas de cada um dos nossos países, a soberania de cada um dos nossos países, mas temos essas aberturas para convergências de interesses.”

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FonteRFI
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