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Empresários denunciam atrasos na entrega de financiamentos aprovados

Vários empresários denunciam atrasos dos bancos no desbloqueamento do dinheiro de financiamentos aprovados no âmbito do Programa de Apoio ao Crédito (PAC) enquadrado no Programa de Apoio à Produção, Diversificação das Exportações e Substituição das Importações (PRODESI), avançou o Expansão na edição 560, de 7 de Fevereiro.

O Expansão dava conta que esta queixa foi apresentada numa reunião de auscultação entre o ministro Sérgio Santos e as diversas associações empresariais do País, que serviu para expor as preocupações num ano que se anunciava difícil para as empresas.

Os empresários foram pedir ao ministério para que intervenha e pressione a banca a desbloquear os financiamentos já aprovados no âmbito do PRODESI.

Já na altura, antes da pandemia, vários especialistas indicavam que as empresas teriam de ajustar os seus negócios, tendo em conta a procura dos diferentes nichos do mercado.

Na realidade, os promotores do encontro apontavam para o redimensionamento das suas estruturas para sobreviver numa conjuntura adversa em que os custos operacionais aumentaram com a desvalorização do Kwanza e a consequente perda do poder de compra dos angolanos.

A redução da despesa pública e a quebra do consumo obrigou muitas empresas a encararem o PAC como oportunidade para a reconversão dos seus negócios, mas a banca, um conjunto de nove bancos, resistia, porque não encontrava garantias para assegurar os financiamentos.

Este encontro entre o MEP e os empresários aconteceu uma semana depois de o governador do BNA ter recebido os líderes das associações empresariais, num encontro em que abordou os atrasados no desembolso dos créditos aprovados.

Na realidade foram três sectores que apresentaram as dificuldades que enfrentam, nomeadamente a indústria transformadora, a agro-pecuária e o imobiliário.

No caderno de encargos entregue pelos empresários ao ministro da Economia, destaque para o sector da indústria transformadora, que pedia incentivos à produção nacional, a imposição de quotas de importação, levar energia eléctrica aos centros de produção para reduzir custos e a obrigatoriedade de o Estado estabelecer contratos de aquisição de produtos feitos em Angola.

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