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Mercado global: Investimento Estrangeiro pode cair até 40 por cento

Os fluxos global de investimento directo Estrangeiro, que reflectem as empresas a comprar, construir ou reinvestir em operações no exterior, podem cair de 30 a 40 por cento neste ano, também conforme projectado pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Nestes últimos três anos, França foi o país com mais investimento e criação de emprego em Portugal, seguida da Alemanha e dos Estados Unidos.

Em termos de valor, houve 1.159 milhões de IDE com apoio público em 2018, 1.172 milhões em 2019 e, se se confirmarem as expectativas actuais, ficará pelos 1.100 milhões em 2020. Face a anos anteriores, em 2020, regista-se uma maior diversidade na origem geográfica dos investimentos. A Alemanha lidera a tabela, em números de projectos e postos de trabalho criados.

Segundo um relatório da DHL, publicado sexta-feira, fortes respostas políticas por parte de governos e bancos centrais ajudaram a estabilizar os mercados.

Já os fluxos de informação digital tiveram um rápido crescimento, uma vez que a pandemia levou o trabalho, o entretenimento e a educação para a esfera online.

“As pessoas e as empresas apressaram-se para se manter conectadas digitalmente, levando a aumentos de dois dígitos no tráfego de internet global”, disse.

De acordo com o estudo, a Europa está no topo do ranking com os países mais conectados globalmente, enquanto as nações do Sudeste Asiático estão a exceder as expectativas.

O relatório “DHL Global Connectedness Index” utiliza mais de 3,5 milhões de pontos de dados para acompanhar a globalização de 169 países de 2001 a 2019.

Mede a conectividade global de cada país com base na dimensão dos seus fluxos internacionais em relação à dimensão da sua economia doméstica (“profundidade”) e na medida em que os seus fluxos internacionais são distribuídos globalmente ou com um foco mais estreito (“amplitude”).

Países conectados
Os dados mais recentes, segundo o relatório, mostram que, novamente, os Países Baixos lideram o ranking dos países mais conectados globalmente. Singapura, a Bélgica, os Emirados Árabes Unidos e a Irlanda completam os cinco melhores. Singapura lidera no índice de fluxos internacionais relativos à actividade doméstica.

Distribuição
Além disso, nenhum país possui uma distribuição de fluxos mais global do que o Reino Unido. A Europa reivindica o primeiro lugar como a região mais globalizada do mundo, com oito dos dez países mais globalmente conectados aí localizados.

Esta lidera em fluxos de comércio e de pessoas, enquanto a América do Norte é a região com maiores fluxos de informações e de capital.

A lista de economias que parecem estar a exceder as expectativas em termos de fluxos internacionais é liderada por Camboja, Singapura, Vietname e Malásia, com cadeias de abastecimento regionais como um fator chave no desempenho das nações do Sudeste Asiático.

O relatório GCI deste ano marca o início da nova iniciativa da DHL pela globalização na Stern School of Business da Universidade de Nova York.

A nova iniciativa de pesquisa visa criar um centro líder em excelência na investigação sobre globalização movida por dados.

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FonteJA
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