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Portugal: Escritor angolano Fernando Carlos recebe distinção

O angolano Fernando Adão Carlos foi distinguido com o conto infantil inédito “A bicicleta Avó-Mãe”, há uma semana, na categoria Lusofonia 2020, do concurso literário “Matilde Rosa Araújo”, promovido pelo Município de Trofa, em Portugal.

Como recompensa pelo prémio, o angolano recebeu a quantia de mil euros, sendo a primeira vez que um autor de nacionalidade angolana é distinguido neste prémio, uma colaboração do Instituto Camões, em coordenação com as instituições homónimas representadas nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP).

O conto “A bicicleta Avó-Mãe” narra a estória do menino Elias, do interior que sonhava ter uma bicicleta para chegar à cidade grande. A avó-mãe reza para que quando a chuva cair, a transforme numa bicicleta para ver feliz o “neto-filho”.

O desejo é concretizado, mas em contrapartida Elias não cumpre com a promessa de ajudar a todos aquelas, com o qual cruza no seu trajecto a caminho da cidade, o que o trará consequência negativa.

Em declarações ontem, ao Jornal de Angola, Fernando Adão Carlos, que participa pela segunda vez consecutiva no concurso, disse que fez a entrega do manuscrito através do Instituto Camões da Embaixada Portuguesa em Angola, que remeteu via electrónica à organização do concurso literário.

O jovem escritor reconheceu que o prémio representa a afirmação da escrita e a valorização dos trabalhos dos autores jovens angolanos na promoção literária angolana na Diáspora.

“É um prémio com algum prestígio internacional e poder ser um dos distinguidos representa que a literatura feita por jovens emergentes pode conquistar outros horizontes”.

A portuguesa Carolina Allegro recebeu o Prémio “Matilde Rosa Araújo”, do Concurso Lusófono da Trofa, pelo conto “Mamã, podemos ter um humano de estimação?”. De acordo com a organização, Carolina Allegro verá a sua obra publicada em 2021. A vencedora foi galardoada com um prémio de dois mil euros.

Já o Prémio de Melhor Ilustração foi atribuído a Ricardo Miguel Ladeira de Carvalho, igualmente de Portugal, a quem foi atribuído um prémio de 1.500 euros, pela ilustração do poema “Arco-íris” de Matilde Rosa Araújo.

A cerimónia decorreu, este ano, por videoconferência, devido as restrições impostas pela pandemia da Covid-19.

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