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“Novidade do século”: China anuncia técnica para reverter paralisia

Uma equipa de ortopedistas chineses anunciou, este sábado, os resultados interinos de um estudo clínico concluído com sucesso e que permite reverter a paralisia motivada por lesões da medula espinhal. Xiaoping Ren, que liderou o estudo, assegura que a técnica revolucionária “permite ao paciente pôr-se de pé novamente”. Para o neurocirurgião italiano Sergio Canavero, que desenvolveu o protocolo que viabilizou a cirurgia, esta “é a novidade do século. O fim de um pesadelo”.

A equipa liderada pelo ortopedista chinês Xiaoping Ren anunciou, este sábado, que concluiu com sucesso o primeiro estudo científico em que foi revertida a paralisia da medula espinhal. O avanço científico, que promete romper paradigmas, foi desenvolvido com base no protocolo (GEMINI) idealizado pelo italiano Sergio Canavero, que anunciou em 2017 estar preparado para avançar para o primeiro transplante da cabeça em seres humanos.

Depois de gerações de cientistas terem visto frustradas as expectativas de curar lesões na medula espinhal, a equipa de ortopedistas do Ruikang Hospital, de Nanning, na China, está a fazer ‘soar os alarmes’ da comunidade científica internacional.

A equipa de Xiaoping Ren desenvolveu, ao longo dos últimos meses, um estudo que aplicou o protocolo de fusão da medula espinhal GEMINI, que já se tinha mostrado eficaz em cães e macacos, numa série de pacientes chineses paralisados na sequência de uma lesão traumática na coluna dorsal.

Os resultados alcançados revolucionam o mundo da medicina ao trilhar um caminho na senda da cura biológica da paralisia da medula espinhal e, consequentemente, devolvem a esperança a quem perdeu a mobilidade.

De acordo com os resultados interinos do estudo que foi apresentado hoje no 1.º Fórum Internacional de Académicos, que se realizou em Shaoxing, Zhejiang, na China, e ao qual o Notícias ao Minuto teve acesso, os pacientes que foram submetidos a cirurgia, ao final de um mês, sem reabilitação intensiva, conseguiam mover voluntariamente os membros inferiores. E, dois a quatro meses depois, conseguiram voltar a andar sem apoio.

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