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África recua em boa governação segundo Mo Ibrahim

A boa governação teria recuado nos últimos cinco anos em África, facto inédito desde 2010. Quem o diz é a Fundação Mo Ibrahim do milionário anglo-sudanês que já premiou no passado os antigos presidentes cabo-verdiano, Pedro Pires, ou moçambicano, Joaquim Chissano.

Em 2019 a boa governação, nomeadamente, teria recuado de forma preocupante em África segundo o relatório.

E isto quando até recentemente se teriam registado progressos significativos segundo a fundação Mo Ibrahim, sedeada em Londres.

Uma vez mais as Ilhas Maurícias lideram o ranking, e Cabo Verde, volta a ser segundo.

A Somália continua a fechar a tabela, embora com registo de algumas melhorias, Gâmbia, Costa do Marfim e Zimbabué fazendo parte das melhores progressões da década.

O relatório não contempla ainda o impacto da pandemia do novo coronavírus, não obstante os autores fazerem referência ao facto de que ela teria acentuado a trajectória negativa na área dos direitos ou ainda do espaço para a sociedade civil e da participação das populações na vida económico-social.

Só as oportunidades económicas estariam a progredir, pode ler-se.

Angola faz parte dos países que melhoraram ao longo da última década nos quatro critérios de estudo.

Angola é, porém, o pior da África austral e é o 43° da lista, São Tomé e Príncipe é 12° foi o país com melhor desempenho da África central.

Moçambique é 26° com registo de uma deterioração acelerada, a mesma tendência ocorreu com a Guiné-Bissau situando-se na 41a posição.

A Guiné Equatorial é 51a entre 54, não obstante alguns avanços obtidos.

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FonteRFI
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