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Ministério da Família preocupado com assédio moral e sexual

O Ministério da Acção Social, Família e Promoção da Mulher (MASFAMU) apontou haver preconceito de género, assédio moral e sexual nas instituições de defesa e segurança, admitindo serem comportamentos de difícil comprovação, por envolverem barreiras invisíveis da relações entre chefias e subordinados.

Um comunicado do MASFAMU assinala o Dia da Resolução 1325, sobre Mulher, Paz e Segurança, comemorado pela primeira vez no ano 2000.

A resolução foi criada numa base política internacional, para promoção e defesa da igualdade de género na prevenção, gestão e resolução de conflitos armados em todas as fases dos processos de manutenção de Paz.

Vinte anos depois da aprovação da Resolução 1325, do Conselho de Segurança das Nações Unidas, o Ministério da Acção Social, Família e Promoção da Mulher apela ao envolvimento e à participação efectiva das mulheres nas questões de Paz e Segurança, por ser uma questão de Mulheres e Homens.

O MASFAMU afirma que a fraca participação de mulheres nos esforços de manutenção da Paz e de Segurança, influenciada pelo desconhecimento das experiências e contribuições nesta matéria, afecta a ascensão e o status social geral de mulheres e meninas em todo o mundo. Como resultado, acrescenta o documento, milhões de mulheres são impedidas de atingir o seu pleno potencial.

Durante a avaliação da Resolução do Conselho de Segurança nº 1325, sobre Mulheres, realizada em 2015, na Reunião sobre Paz e Segurança, o Governo angolano reafirmou o seu compromisso de combater à violência extrema, a impunidade, bem como apoiar a participação das mulheres na prevenção, desenvolvimento e implementação de acções a seu favor.

Como resultado, em 2017, foi aprovado por Decreto Presidencial, o Plano Nacional de Acção para a Implementação da Resolução 1325, sobre Mulher, Paz e Segurança em Angola.

“Esta iniciativa do Executivo angolano contribuiu no aumento da consciencialização e alteração das atitudes sociais negativas, em torno da presença da mulher nos órgãos de defesa e segurança”, lê-se na nota.

O MASFAM exorta as mulheres angolanas a tornarem-se verdadeira activistas na luta contra a discriminação, para poderem erguer uma sociedade justa, igualitária e inclusiva.

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FonteJA
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