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CASA-CE acusa Executivo de dar mais atenção à província da Huila que ao resto do País

O grupo parlamentar da Convergência Ampla de Salvação de Angola – Coligação Eleitoral, “CASA-CE), criticou o titular do poder Executivo de ser parcial ao dar mais atenção à província da Huíla, onde as obras do Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM) decorrem a um ritmo mais vigoroso que nas restantes províncias.

“A província da Huila hoje é modelo em termos de execução de obras. O seu governador consegue realizar obras. Todos sabem de quem é a Omatapalo, a empresa que está nas grandes obras na Huíla”, disse ao Novo Jornal o deputado da CASA-CE, Manuel Fernandes, depois de uma digressão do seu grupo parlamentar no sul de Angola.

“O problema é do titular do poder Executivo, temos de dizer sem qualquer problema””, critica, sublinhando, como exemplo das discrepâncias a que alude, que o governador de Benguela, Rui Falcão, já lamentou esta situação.

Manuel Fernandes reconheceu, por exemplo, as dificuldades com que se debatem os empreiteiros em algumas províncias na entrega das obras a si adjudicadas.

“As autoridades centrais prestam mais atenção à província da Huila, o que não acontece com as restantes, onde os fundos do PIIM demoram para chegar”, referiu, acrescentando que em algumas províncias o PIIM se transformou num meio de enriquecimento ilícito por parte de alguns dirigentes.

Manuel Fernandes apelou para a necessidade de haver uma fiscalização rigorosa à implementação do PIIM, que prevê a concretização de vários projectos em todo o território nacional.

“As acções em curso no quadro PIIM devem merecer maior fiscalização dos deputados à Assembleia Nacional e sociedade civil”, disse ainda, sublinhando que “é necessário verificar se as empresas construtoras cumprem com os prazos de execução dos diferentes projectos, bem como a qualidade dos mesmos”.

Manuel Fernandes lembrou que o combate à corrupção deve ser “um desafio que todo o cidadão deve assumir”, de modo a que o mesmo seja feito “de forma séria e responsável”, para permitir o crescimento económico-social do país.

FonteNJ

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