InicioDestaquesGenerais Kopelipa e Dino pediram adiamento da audição prevista para hoje no...

Generais Kopelipa e Dino pediram adiamento da audição prevista para hoje no DNIAP

Os generais Hélder Vieira Dias “Kopelipa” e Leopoldino do Nascimento “Dino” não compareceram esta manhã para serem ouvidos pela Direcção Nacional de Investigação e Acção Penal (DNIAP) da Procuradoria-Geral da República (PGR), como estava previsto, na qualidade de arguidos, por não terem ainda constituída a sua equipa de defesa.

Os dois generais, igualmente dois dos mais conhecidos e ricos empresários angolanos, e duas das figuras mais preponderantes durante os anos de poder do ex-Presidente José Eduardo dos Santos, solicitaram o adiamento da audição, soube o Novo Jornal junto de uma fonte da PGR.

“Os generais Kopelipa e Dino solicitaram à PGR o adiamento da audição, na semana passada, fundamentando que ainda não constituíram advogados. Na petição, os generais pedem que sejam apenas ouvidos nos dias 13 e 14 desde mês”, disse a fonte sob anonimado.

Na entrada das instalações da DNIAP, o ex-ministro de Estado e chefe da Casa Militar do Presidente da República e o antigo chefe das comunicações da Presidência da República, eram aguardado por vários repórteres dos diferentes órgãos de comunicação social nacional e estrangeira, que pretendiam testemunhar a chegada dos “dois tubarões” do Governo do antigo Presidente José Eduardo dos Santos.

Segundo a PGR, os generais Hélder Vieira Dias Júnior “Kopelipa e Leopoldino do Nascimento “Dino” foram constituídos arguidos na semana passada por haver fortes indícios de terem beneficiado dos negócios que o Estado teve com a empresa China International Fund (CIF).

Entretanto, uma fonte da PGR avançou ao Jornal de Angola que os oficiais generais gozam de imunidades e não podem ser presos preventivamente antes do despacho de pronúncia.

De recordar que em Fevereiro último, a Procuradoria-Geral da República anunciou a apreensão dos edifícios CIF Luanda One e CIF Luanda Two, localizados na baixa de Luanda, em posse da empresa chinesa de direito angolano China International Fund Limitada.

Os edifícios foram apreendidos no âmbito da Lei sobre o Repatriamento Coercivo e Perda Alargada de Bens e da Lei Reguladora das Revistas, Buscas e Apreensões.

Foram, igualmente, apreendidos mais de mil imóveis no Condomínio Vida Pacífica e no Kilamba, todos em Luanda.

Siga-nos

0FansCurti
0SeguidoresSeguir
0InscritosSe inscrever

Últimas notícias

Notícias relacionadas

- Publicidade -

Deixe um comentário

Por favor insira seu comentário!
Digite seu nome aqui

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.