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Guiné-Bissau já licenciou 11 blocos para prospecção do petróleo no ‘offshore’

A Guiné-Bissau já autorizou o início da prospecção de hidrocarbonetos em 11 dos 14 blocos no ‘offshore’ onde se espera existir petróleo. A informação foi avançada por Danilson Ié, director-geral interino da Petroguin.

Estudos levado a cabo por diferentes empresas tentam há várias décadas provar a existência de petróleo na Guiné-Bissau, mas até ao momento sem sucesso. Danilson Ié acredita que existem “boas possibilidades” de isso se comprovar tanto no ‘offshore’ como no ‘onshore’’.

Danilson Ié, director interino da Petroguin, aqui no acto da assinatura de acordo para prospecção do petróleo celebrado entre a Petroguin e a Ada Business GE Ltda da Guiné Equatorial.
(© rfi / Mussá Baldé)

A pandemia da covid-19 acabou por atrasar o processo para algumas empresas, mas a Petroguin considera que em 2021 vários processos de perfuração serão iniciados nos diferentes blocos.

No ‘onshore’, zona continental, dos cinco blocos existentes, dois estão em fase de licenciamento e no ‘offshore’ ainda se encontram livres três blocos. Interessada nesses dois blocos do ‘onshore’ está a empresa da Guiné-Equatorial, Ada Business GE Lta, que rubricou no passado dia 25 de Setembro um acordo de parceria para prospecção com a Petroguin.

As novas autoridades guineenses pretender desmistificar a questão do petróleo que se acredita existir no offshore e no onshore. Há mais de 20 anos que empresas estrangeiras têm feito estudos sobretudo no offshore da Guiné-Bissau, mas ainda nenhuma empresa detectou petróleo com valor comercial. As autoridades guineenses acreditam que essa dúvida vai deixar de existir brevemente já que estão confiantes na existência sim do petróleo com valor comercial.

FonteRFI

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