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Presidente francês, Emmanuel Macron, quer apoio europeu na crise da Bieolorússia

Durante uma visita a Vilnius, capital da Lituânia, o Presidente francês, Emmanuel Macron, defendeu um apoio pragmático europeu na crise da Bieolorússia. Macron, recebeu a opositora, Svetlana Tsikhanouskaïa, que se refugiou naquele país, depois das eleições presidenciais bielorussas, ganhas por Alexandre Lukatchenko, mas com fraudes denunciadas pela oposição e a União europeia.

O Presidente francês, Emmanuel Macron, comprometeu-se hoje a ser pragmático e apoiar o povo bielorusso durante um encontro em Vilnius, na Lituânia, com a opositora Svetlana Tsikhanouskaïa que na sua presença pediu um apoio mais directo dos europeus.

“Nós tivemos uma boa discussão mas agora há que ser pragmático e apoiar o povo bielorusso e faremos o melhor de nós”, disse o presidente francês”.

Durante uma conferência de imprensa conjunta ontem com o seu homólogo lituaniano, Gitanas Nausėda, o presidente Macron, pediu que seja “ouvida a aspiração à liberdade e democracia dos manifestantes que desfilam todas as semanas nas ruas das cidades de Bielorússia.

Por seu lado, a opositora, Svetlana Tsikhanouskaïa, disse que o presidente Macron prometeu fazer o máximo para ajudar nas negociações sobre a crise política” na Bielorússia.

Bloco europeu quer sanções à Bielorússia com Chipre a pedir o seu alargamento à Turquia presente numa zona marítima contestada

Tsikhanouskaïa fugiu da Bielorússia depois das eleições presidenciais de 9 de Agosto cujo desfecho foi a vitória do Presidente candidato, Alexandre Lukatchenko, provocando um movimento de contestação denunciando fraudes eleitorais.

A opositora bielorussa que já se encontrou com os ministros dos Negócios estrangeiros da União europeia e com dirigentes da Polónia e da Lituânia, países vizinhos da Bielorússia, disse ainda que vai discursar no Parlamento europeu sobre a causa bielorussa.

Se o bloco europeu está de acordo sobre a instauração de sanções contra os dirigentes bielorussos a sua implementação está a ser complicada devido a negociatas diplomáticas com Chipre que reclama que a Turquia de Erdogan seja também sancionada devido à sua intervenção numa zona marítima contestada.

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FonteRFI
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