InicioAngolaSociedadeCovid-19: Angolanos na África do Sul lançam “grito” de socorro

Covid-19: Angolanos na África do Sul lançam “grito” de socorro

Centenas de cidadãos angolanos retidos na África do Sul por força da pandemia do coronavírus voltaram a lançar, nesta quinta-feira, um pedido para o seu repatriamento.

O pedido foi feito durante um encontro com a embaixadora Filomena Delgado.

“Estamos sem soluções. Temos crianças a alimentarem-se muito mal por falta de recursos”, disseram à embaixadora.

A maior parte do presente deslocou-se à África do Sul entre os meses de Fevereiro e Março por razões de saúde e viram todos os seus recursos esgotados e com dificuldades de receberem remessas monetárias de Angola, seis meses depois de cumprirem os Estados de Emergência e de Calamidade decretados pelas autoridades locais.

Entre o grupo esta Soraia Moreno, que foi operada à coluna em Joanesburgo.

Considera que a situação é insustentável por estarem a viver de caridade para conseguirem uma brigo.

A propósito, a embaixadora Filomena Delgado avançou que os ministérios das Relações Exteriores, da Saúde e a Comissão Multissectorial para o Covid-19 têm consciência da situação dos angolanos na África do Sul.

Conforme a diplomata, com a reabertura das fronteiras será encontrada uma solução de programação de repatriamento com a transportadora TAAG.

Depois do primeiro repatriamento de cerca de 500 angolanos ocorridos no mês de Julho deste ano, os Serviços Consulares de Angola em Pretória, Joanesburgo e Cape Town registaram 900 pedidos de regresso ao país, entre estudantes, doentes e crianças em idade escolar.

Dos 11 casos de infecções de angolanos desde o início da pandemia, registou-se uma morte e 10 estão complemente recuperados.

A África do Sul tem um saldo de 674 mil casos da Covid-19, 608 mil (90%) recuperados, 16.734 mortes e ainda 49.493 infecções activos.

Nos últimos seis meses foram feitos quatro milhões e 200 mil testes de Covid-19, cujo epicentro está na província de Gauteng (Joanesburgo e Pretória), com 220 mil casos, seguido pela Kwazulu Natal, com 119 mil, e o Cabo Ocidental, com 110 mil.

O país começou o Estado de Emergência, com o nível 5, e hoje está no nível 1, que lhe permite a reabertura de fronteiras, escolas, comércio e uma maior mobilidade de pessoas e mercadorias.

FonteAngop

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