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Terreno para refinaria de Cabinda está livre de minas

O terreno onde vai ser construído a Refinaria de Cabinda está livre de minas, depois de a ministra da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, Faustina Alves, ter entregue, quinta-feira, à Sonangol, o certificado de garantia e controlo de qualidade do trabalho de desminagem da área.

A área onde vai ser edificado o projecto de construção da Refinaria, é de cerca de 315 hectares e nela foram detectadas e removidas três minas anti-pessoal, oito explosivos não detonados e sete munições.
A ministra Faustina Alves afirmou que o processo de desminagem constitui “grande desafio do Executivo, que tudo faz para ver o país livre de minas e de outros explosivos não detonados”.

O presidente do Conselho da Administração da Sonangol, Sebastião Pai Querido, disse que a entrega do certificado de garantia e controlo de qualidade do trabalho de desminagem da área, onde vai ser construída a Refinaria de Cabinda, constitui uma das etapas mais importantes para o início das obras do projecto. “Hoje recebemos aquilo que vai marcar uma das etapas mais importantes do projecto, que é o terreno onde vai ser construída a Refinaria de Cabinda, que terá capacidade para refinar 30 mil barris de petróleo por dia”, sublinhou.

Para o PCA da Sonangol, a construção da refinaria visa, por um lado, desenvolver, ainda mais, a província de Cabinda e, por outro, melhorar a qualidade de vida dos habitantes, uma vez que vai criar dois mil postos de trabalhos directos.

Pai Querido disse que, apesar do ligeiro atraso que se verifica no arranque das obras, a Sonangol e parceiros estão engajados para que, até o primeiro trimestre de 2022, seja concluída a primeira fase da refinaria e entre em funcionamento.

Desminagem no país

Dezasseis anos depois da paz definitiva, a ministra da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, Faustina Alves, fez um balanço positivo sobre o processo de desminagem no país. Faustina Alves informou que o processo permitiu a desactivação e destruição de 453.267 minas anti-pessoal, 26.842 anti-tanque, 6.101.788 engenhos explosivos não detonados, 3.079.395 quilos de material letal e 15.247.887 de metais recolhidos.

A também coordenadora da Comissão Executiva de Desminagem disse terem sido, igualmente, desminados vários quilómetros de linha férrea e de transporte de energia eléctrica de alta e média tensão, de extensões de fibra óptica, condutas de água, canais de irrigação e milhões de metros quadrados de terras para vários fins, com destaque para agricultura.
O processo de desminagem, disse, tem permitido o regresso do país à normalidade e o reassentamento de mais de cinco milhões de angolanos.

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FonteJA
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