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Chuva provocam inundações e mortos na África ocidental e central

Desde meados de Agosto que vários países da África ocidental e central têm sido afectados por chuvas diluvianas, que resultaram em importantes danos, nomeadamente no Burkina Faso, onde as autoridades decretaram o estado de calamidade natural. O conjunto dos países da região do Sahel, bem como o Sudão, registam também uma forte pluviosidade, que provocou dezenas de mortos e vários milhões de sinistrados.

Pelo menos treze pessoas morreram e 19 ficaram feridas, devido às inundações provocadas pelas fortes chuvas que têm caído no Burkina Faso desde o mês de Agosto.

Segundo o ministro da Cultura burkinabê, Abdoul Karim Sango, o governo do seu país decretou o estado de calamidade natural.

O Presidente do Burkina Faso, Roch Marc Christian Kabore, anunciou através das redes sociais, que o seu governo afectou o montante de 7,5 milhões de euros as situações de emergência provocadas pelas chuvas.

Roch Kabore, autorizou o Ministério da Administração Interna a requisitar edifícios públicos, para alojar as pessoas sinistradas pelas chuvas,que atingem o Burkina Faso desde meados do mês de Agosto.

A totalidade dos países do Sahel têm registado chuvas diluvianas, com destaque para o Níger onde as inundações provocaram a morte de 65 pessoas e mais de três milhões de sinistrados.

No Sudão, onde morreram uma centena de pessoas, as autoridades locais declararam igualmente estado de emergência.

No Senegal, onde se registaram seis mortes, o Presidente Macky Sall e o seu executivo foram criticados pela gestão da catástrofe provocada pelas fortes chuvas, que inundaram bairros de Dakar e isolaram habitantes dos subúrbios, designadamente em Keur Massar.

Canoas foram enviadas para socorrer habitantes de Keur Massar, bloqueados pelas inundações, e protestos das populações foram reprimidos pelas forças da ordem em vários subúrbios de Dakar.

No Sudão a cidade real de Meroé, inscrita no património mundial da humanidade, foi protegida com diques, após as inundações sem precedentes que atingiram o país da África central.

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FonteRFI
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