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SJA aponta desafios da comunicação social angolana

O secretário-geral do Sindicato dos Jornalistas Angolanos, Teixeira Cândido, apontou, nesta terça-feira, a sobrevivência dos órgãos de comunicação social e a independência dos jornalistas como os desafios da classe na actualidade.

O sindicalista, que falava à ANGOP no quadro do Dia Internacional do Jornalista, afirmou que a manutenção do emprego dos profissionais da classe está, actualmente, dependente da sobrevivência dos órgãos de comunicação social.

Conforme Teixeira Cândido, o mercado da comunicação social em Angola ainda não tem grande expressão, apresentando uma assimetria entre os localizados na capital do país (Luanda) e nas demais províncias.

Adiantou que a sociedade exige um jornalismo de pluralismo, com espaço para todos os actores políticos, sociais ou económicos .

“Em época de Covid-19, os cidadãos voltaram a confiar nos órgãos convencionais como sendo os principais meios de informação, porém está confiança não é uma crença pura. Os cidadãos querem de facto que os órgãos de comunicação social satisfaçam as suas expectativas, informações verdadeiras, imparciais e plurais”, reforçou.

Como ganho actual no mundo da comunicação social angolana, Teixeira Cândido aponta abertura do espaço à Rádio Eclesia, com o alargamento da sua emissão a todo território nacional.

Pela negativa, destacou o “recuo” com o pacote legislativo da comunicação social, destacando a Lei da Televisão.

O desaparecimento recentemente de muitos órgãos de comunicação social também representam os grandes recuos no sector.

Por outro lado, o representante do SJA na Huíla, defendeu a necessidade da criação de gabinetes de comunicação nas instituições para melhor comunicar, uma vez que ainda existem gestores que não olham para o profissional como parceiro, mas como um adversário, situação que precisa ser invertida.

Reforçou o contínuo aperfeiçoamento da comunicação, sensibilização das fontes de informação sobre o verdadeiro papel do jornalista, pois a comunicação é um elemento importante para o sucesso de ambos.

Já no Namibe, o governador Archer Mangueira encorajou os jornalistas a exercerem a nobre profissão com brio, escrúpulo, coragem, responsabilidade e um incessante sentido de serviço à comunidade.

O exemplo de Julius Fucik, frisou o governante, deve inspirar os jornalistas a serem incansáveis, dinâmicos, dispostos, atentos e inteligentes ao serviço da notícia baseada em factos comprovados, da analise verificada e do exercício do contraditório.

Archer Mangueira afirmou ainda que o jornalista tem uma função muito importante dentro da sociedade ou de uma comunidad0: a de informar, promover a reflexão, suscita a crítica e incita debates, desenvolve a capacidade de difundir ideias, factos e informações com clareza, rapidez e precisão, a ponto de sintetizar em apenas uma frase tudo aquilo de que quer falar.

Para o governador provincial do Cuanza Sul, Job Capapinha, os jornalistas devem trabalharem com rigor, isenção e imparcialidade na recolha, tratamento e divulgação dos factos de relevância noticiosa.

Job Capapinha reitera a disponibilidade das fontes de informação na busca da verdade e do contraditório.

O Dia Internacional do Jornalista foi instituído pelas Nações Unidas , em homenagem ao jornalista checo Julius Fucik, assassinado a 8 de Setembro de 1943, no decurso da II guerra mundial.

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