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Omatapalo nega acusações de ser “empresa do Estado” e diz que acusações de corrupção são matéria para a PGR

O presidente do conselho de administração da Omatapalo aproveitou uma entrevista à Agência Lusa, na cidade portuguesa do Porto, para refutar que a construtura seja uma empresa do Estado e que, por isso, beneficie ilegalmente de adjudicações directas.

Carlos Alves sublinhou que a Omatapalo, empresa que tem estado em evidência nos projectos de construção públicos angolanos, sozinha ou em parcerias com outras empresas do ramo, como a portuguesa Mota-Engil, é sim uma parceira do Estado angolano.

Um dos últimos projectos onde esta empresa surgiu envolvida, em parceria com a Mota-Engil Angola, cujo contrato, no valor de 355 milhões USD, foi assinado na semana passada, envolve a reabilitação da EN 230 entre as localidades de Muamussanda, na Província da Lunda Norte, e Saurimo, na Província de Lunda Sul, numa extensão de 267 quilómetros e ainda uma variante circular nesta cidade com extensão de 40 km”s.

Face ao avolumar de suspeitas de estar a ser beneficiada, a Omatapalo, através do seu presidente do conselho de administração, garantiu que nada existe de irregular na relação com o Estado e que a empresa está disponível para trabalhar com todos e em todos os projectos e, por se tratar de uma construtora com capacidades reconhecidas, está sempre em cima da mesa a possibilidade de ter contratações simplificadas.

“Mas, o processo de contratação simplificada não significa que seja adjudicação directa porque são feitas consultas e concursos”, explicou, acrescentando que a Omatapalo “tem capacidade instalada, capacidade de mobilização muito grande, cumpre as normas e regras e tem todas as certificações necessárias”.

E é por isso que, sempre que existem obras cuja conclusão é urgente e de interesse, garante Carlos Alves, a sua empresa pode ser uma das consultadas, dando como exemplo a execução por contratação simplificada, a Arena de Luanda para o Mundial de Hóquei, em 2013, construindo três infra-estruturas desportivas, uma delas o pavilhão multi-usos de Luanda com 12 mil lugares em nove meses.

“Nenhum concorrente ou colega aceitou este desafio e nós aceitámos e fizemos com qualidade”, frisou em entrevista à Lusa.

Já sobre a ligação entre a actividade da construção civil e vários escândalos de corrupção em Angola que tem sido noticiada, o administrador rejeitou fazer comentários por “não ser conhecedor suficiente”, entendendo ser matéria da Procuradoria-Geral da República.

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FonteNJ
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