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Antiga ‘bófia’ encosta Miala às cordas e avança para João Lourenço

Gestão da Caixa de Previdência Social do Serviço de Informação e Segurança do Estado questionada em carta datada de 17 de Abril. Sem resposta do chefe da secreta angolana, antigos operativos, descontentes com a falta de pensões de reforma militar, prometem contar tudo ao PR.

No seguimento de uma série de movimentos reivindicativos em nome dos mais de 22 mil ex-agentes do Ministério da Segurança do Estado (MINSE) espalhados pelo País, um grupo da província de Benguela exige resposta a uma carta enviada ao director-geral do SINSE, o general Fernando Garcia Miala, na qual expressa “revolta” por falta de pensões na Caixa de Previdência Social, soube o Novo Jornal (NJ) junto de subscritores da missiva.

O grupo de antigos operativos, associado ao movimento que tirou do esquecimento a «antiga bófia», diz que o Estado está a “roubar” o direito à reforma militar a centenas de homens que “cumpriram o dever obrigatório com sacrifício em várias missões combativas de grandes delineamentos e perigosas”.

Antigos membros do primeiro e segundo batalhões, denominados «Gatos» e «Gode», escrevem que a «bófia» é o único sector militar em Angola sem desmobilização em termos práticos, representando este vazio, conforme ressaltam, uma “violação” de vários acordos de paz.

“Hoje, lamentavelmente, somos considerados enteados pelos hipócritas que procuram notoriedade, querendo asfixiar o bom nome da Segurança do Estado”, indicam as fontes, lembrando, já à conversa com o NJ, que o grupo esteve prestes a realizar uma manifestação na última visita de Miala a Benguela.

A manifestação quase saiu em Fevereiro do corrente ano, pouco antes da palestra sobre a História dos Serviços de Informação em Angola, assistida pelo chefe do SINSE, no município do Lobito, mas um contacto com a Delegação Provincial evitou o que parecia incontornável, referem as fontes deste jornal.

“O senhor delegado do Serviço de Informação e Segurança do Estado pediu muito, implorou para que não saíssemos às ruas”, dizem os nossos interlocutores que exigem um pronunciamento público sobre as condicionantes impostas.

O grupo, que vem alertando a directora nacional da Caixa de Previdência Social dos Funcionários do SINSE, Mariana Lisboa, não percebe por que razão a idade e a ligação a uma instituição pública condicionam pensões, e acredita que parte considerável esteja nessa condição.

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