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MIREX presta último tributo ao embaixador Mário Feliz

O ministro das Relações Exteriores, Téte António, rendeu este sábado, no Quartel- General do Exercito, a última homenagem ao embaixador Mário Feliz, falecido segunda-feira última, em Luanda, vítima de doença.

No livro de condolências, o chefe da diplomacia angolana escreveu que constitui um momento de dor ver um companheiro partir e h boa memória de tantas batalhas diplomáticas vencidas, que a sua alma descanse em paz e inspire outras gerações.

O último adeus ao embaixador M rio Feliz contou, ainda, com a presença de figuras políticas, religiosas, amigos, familiares e companheiros nas lides diplomáticas, que ressaltaram as qualidades do malogrado pelo seu exemplo de dedica o, zelo e espírito de missão, em prol da diplomacia angolana.

No elogio fúnebre do Ministério das Relações Exteriores (MIREX), Estêvão Alberto, porta-voz, disse que as recordações que têm do embaixador Mário Feliz, pela sua determinação, firmeza, espírito de entrega, das batalhas diplomáticas travadas, fazem-nos concluir que o malogrado faz parte da lista dos grandes patriotas filhos de Angola.

Estêvão Alberto considerou o malogrado um patriota e diplomata convicto, claro exemplo de esmero s causas do país.

Mário Feliz exerceu, até pouco tempo, as funções de embaixador extraordinário e plenipotenciário de Angola na República da Côte d’Ivore.

Foi igualmente cônsul-geral de Angola em Ponta Negra, tendo antes sido consultor do ministro das Relações Exteriores, Georges Chokoti.

Na sua carreira diplomática, exerceu ainda funções de segundo secretário da Embaixada da República de Angola na Tanzânia, chefe do Departamento da Organiza o de Unidade Africana (OUA), na Direcção África e Médio Oriente do MIREX e conselheiro na Embaixada de Angola na República Federal da Alemanha.

Foi promovido à categoria de embaixador de carreira em 2004.

Os restos mortais de Mário Feliz, que nasceu a 09 de Agosto de 1950, no município de Mbanza Congo, província do Zaire, já repousam no cemitério da Santa Ana, em Luanda, em cerimónia presenciada por um número reduzido de pessoas, por causa da pandemia da Covid-19.

FonteAngop

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