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Mais 56 casos positivos e uma morte em 24 horas: Moxico entra para a estatística das províncias afectadas pela Covid-19

Aumenta para 15 o número de províncias afectadas pelo novo coronavírus, com anúncio ontem dos três primeiros casos positivos no Moxico, dos 56 detectados nas últimas 24 horas. Por esta altura, três regiões do país que ainda não foram atingidos pela Covid-19: Lunda-Sul, Huambo e Namibe.

O secretário de Estado para a Saúde Pública, que anunciou o facto, disse que dos 56 novos casos infectados, três foram detectados na província do Moxico, 50 em Luanda, dois em Benguela e um no Bengo. Destes, 33 homens e 23 mulheres, com idades entre os cinco meses e 83 anos.

Ao intervir na habitual sessão de actualização de dados, Franco Mufinda deu a conhecer que o número de infectados, até à data, é de 2.471. Disse também que foram recuperados 53 pacientes, com idades entre quatro e 62 anos, sendo 36 homens e 17 mulheres, residentes no município do Kilamba Kiaxi, em Luanda.

Ainda ontem, as autoridades sanitárias notificaram mais uma morte, perfazendo 106 óbitos. Relativamente aos casos activos, que engloba um total de 1.337, quatro encontram-se em estado crítico sob ventilação mecânica invasiva, 17 em estado grave, 35 moderados, 45 leves e 1.236 assintomáticos.

Franco Mufinda informou que o Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) recebeu 70 chamadas, das quais quatro de violação da cerca sanitária e 66 com pedidos de informação da Covid19. Foram ainda processadas em Luanda 528 amostras por RT-PCR, destas 56 foram positivas e 472 negativas.

O total de amostras processadas passa para 55.662, dos quais 2.471 positivas e 53.191 negativas. Em relação às altas na quarentena institucional foram concebidas 30, 13 em Luanda, igual número em Benguela, três no Bié e um na Lunda-Sul.

Casos em África reduzem em 20 por cento Os números de casos da Covid19 a nível do continente aponta para uma redução de 20 por cento, mas não é a realidade de Angola, uma vez que se está numa fase crescente de aumento de infecções, disse o secretário de Estado para a Saúde Pública.

Perante este quadro, Franco Mufinda informou que o Ministério da Saúde está a acompanhar alguns dados avançados pela Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana em relação ao comportamento da Covid-19 em África, onde se verifica um decréscimo do número de infecções de um modo geral.

De acordo com o governante, a taxa de letalidade no país ronda os 4.2 por cento, quando comparada com a taxa mundial, que se situa em 3.3 a um diferencial de 0.9.

“Isso mostra o trabalho que é desenvolvido no sentido de recuperar, cada vez mais pessoas e evitar que haja mais mortes”, argumentou o secretário de Estado.

Para o governante, a meta é cortar a cadeia de transmissão e evitar novos casos de infecção, e referiu que a maioria das pessoas que padecem da doença têm algumas pré-condições de base que, associada à Covid-19 acelera a morte.

Por isso, apelou à cultura de hábitos saudáveis, como evitar fumar, praticar exercícios físicos, não ingestão excessiva de bebidas alcoólicas, assim como o equilíbrio na dieta alimentar.

“Sempre que surgirem sintomas que não são comuns à nossa saúde, devemos nos preocupar e procurar os cuidados de saúde mais próx i m o s d a re s i d ê n c i a enfatizou, destacando a necessidade do aumento da literacia em saúde durante o período de confinamento.

O secretário de Estado fez saber que no âmbito do aumento da capacidade institucional, estão em Luanda cerca de 20 técnicos de saúde de laboratório, que estão a ser formados pelo Instituo Nacional em Investigação em Saúde e pelas duas empresas chinesas: a BGI e MGI (onde foram adquiridos os laboratórios que estão a ser montados nas províncias de Luanda, LundaNorte, Uíge e Huambo).

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