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Ataque aéreo dos EUA mata seis membros do grupo Al-Shabab na Somália

Pelo menos seis membros do grupo ‘jihadista’ somali Al-Shabab morreram e outros três ficaram feridos num ataque aéreo realizado pelos Estados Unidos na Somália, anunciou hoje o comando militar das Forças Armadas norte-americanas na África (Africom).

“As análises iniciais indicam que o ataque aéreo matou seis terroristas e feriu outros três”, afirmou o Africom num comunicado, onde o comando militar acrescentou que não foram registados ferimentos ou mortes entre civis devido a este ataque aéreo.

Segundo o documento, o ataque aéreo ocorreu na segunda-feira, perto de Dar Es Salam, localidade no sul da Somália, perto da fronteira com o Quénia, e foi uma resposta à ofensiva dos ‘jihadistas’ contra forças regionais aliadas dos norte-americanos.

“O Al-Shabab é um inimigo perigoso”, afirmou o director-adjunto das operações do comando norte-americano na África, o major general Bradford Gering, acrescentando que representa “um perigo para a África e para os Estados Unidos”.

O responsável apontou que as forças norte-americanas pretendem “continuar colocando pressão na rede [terrorista] e impactar a sua capacidade de planear e executar estes actos”.

O director de assuntos públicos do Africom, coronel Chris Karns, assinalou que o grupo ‘jihadista’ recorre frequentemente “ao terror, ao crime e à propaganda para intimidar e tentar controlar a população local”, sublinhando a necessidade da “pressão persistente” contra o grupo.

“A pressão persistente contra o Al-Shabab prejudica a sua narrativa, a sua rede e os seus planos para destruição e violência mais amplas”, concluiu, citado no mesmo comunicado.

Os Estados Unidos, que contam com cerca de 500 militares no país, realizam com frequência ataques aéreos com veículos não tripulados (‘drones’) contra localizações do Al-Shabab, sendo apoiados pelo Exército Somali e pelas forças da Missão Multinacional de Paz da União Africana na Somália (Amisom).

A Somália é afectada por um estado de caos e conflito desde 1991, quando o regime de Mohamed Siad Barre foi derrubado, deixando o país sem um Governo capaz e às mãos de milícias islâmicas extremistas e outros grupos armados.

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FonteNM
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