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Amnistia Internacional e Omunga acusam forças angolanas de mortes na aplicação das restrições da Covid-19

A organização de direitos humanos Amnistia Internacional (AI) e a angolana Omunga pediram nesta terça-feira, 25, uma investigação transparente às autoridades de Luanda aos incidentes em que sete pessoas foram mortas pelas forças de segurança ao aplicarem as restrições impostas para se combater a Covid-19.

Num comunicado, a AI disse ter levado a cabo uma investigação sobre as mortes juntamente com a organização angolana Omunga, afirmando que “as forças de segurança angolanas repetidamente usaram força excessiva e ilegal quando depararam com violações das regulamentações do estado de emergência impostas para controlar o alastramento da Covid-19”.

“As histórias que ouvimos de familiares e testemunhas oculares são angustiantes”, disse Deprose Muchena diretor para da AI para África Austral

“Tem que haver uma investigação efectiva, total, independente, imparcial e transparente a estas mortes e os responsáveis têm que ser levados à justiça em julgamentos justos”, acrescentou aquele dirigente para quem “o estado de emergência não é desculpa para violações escandalosas dos direitos humanos”.

“Tem que haver um controlo apropriado para se assegurar que as forças de segurança angolanas cumprem os padrões internacionais de direitos humanos quando aplicam as medidas de prevenção da Covid-19”, acrescentou a nota

A organização disse que juntamente com a Omunga confirmou a morte de “sete rapazes e jovens” pelas forças de segurança e detalhou os incidentes em que as mortes ocorreram.

As duas organizações “acreditam que o número de mortes é provavelmente maior”.

No comunicado, o director executivo da Omunga, João Malavindela, apoiou também uma investigação independente e transparente às mortes, acrescentando que “ninguém deve recear pela sua vida e as autoridades angolanas têm que responsabilizar qualquer pessoas que arbitrariamente violem os direitos de um indivíduo, incluindo o direito à vida”.

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FonteVoA
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