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Fazenda Agrinzeto em estado de abandono

A fazenda Agrinzeto, criada em 2012 com fundos públicos no município do Nzeto, província do Zaire, está abandonada há cerca de seis anos, por razões desconhecidas, constatou a Angop no local.

Inicialmente sob gestão de uma empresa israelita Agrarius, com a denominação Agricultiva, o empreendimento foi inaugurado a 21 de Agosto de 2012 para se ocupar da produção de cereais, tubérculos, hortícolas e ovos em grande escala, numa área de 600 hectares.

As zonas de produção, incluindo as máquinas e instalações administrativas e de serviço estão actualmente cobertas de capim, situação aproveitada pelos meliantes para a vandalização e pilhagem dos equipamentos.

Para se evitar o pior, a administração municipal do Nzeto colocou no local um dispositivo de segurança que, ainda assim, tem sido incapaz de controlar todo o perímetro do empreendimento, segundo o administrador adjunto, Timóteo Mário da Graça.

Na óptica do responsável, a crise económica e financeira do país desencorajou os administradores da fazenda a prosseguirem com o projecto, tendo sugerido a sua inclusão no programa nacional das privatizações de activos do Estado, em curso.

Tutelado pelo Ministério da Agricultura e Pescas, o empreendimento agrícola detinha uma força de trabalho de 160 elementos, na sua maioria jovens.

Orçado em 300 milhões e 400 mil Kwanzas, o projecto se propunha produzir 2,5 milhões de ovos, quatro mil toneladas de mandioca, igual número de toneladas de farinha de mandioca e 700 toneladas de ração para frangos por ano, para além de hortícolas.

Aquando da sua inauguração, a fazenda detinha três mil e 490 galinhas poedeiras e diversas plantações em nove estufas, numa altura em que a execução física do projecto cifrava-se em 56 por cento, cobrindo uma área de 100 hectares com diversas culturas em regime de rotação.

Está equipada com anexos que serviam de centro interno de formação profissional, posto médico, residências para técnicos, armazéns de sementes e fertilizantes, lojas para comercialização da produção, incluindo dois silos de maior dimensão.

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FonteAngop
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