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TAAG repatria 800 angolanos de Portugal

 Pelo menos 800 angolanos retidos em Portugal desde Março, de um total de dois mil e cem (2.100) que manifestaram interesse em regressar a Angola nesse período da Covid-19, já se encontram no país, no âmbito de um programa de repatriamento de cidadãos nacionais.

Deste grosso de resgatados, 286 (incluindo 23 crianças e um cadeirante adulto) chegaram sexta-feira (dia 7), no segundo voo da TAAG reservado a Lisboa, para onde voltará a operar nos dias 21 deste mês e 4 de Setembro, em cumprimento do programa de cinco operações a Portugal.

O primeiro voo, nesta fase de Calamidade Pública que Angola vive desde o dia 26 de Maio, repatriou (a 24 de Julho) 279 passageiros, entre angolanos e portugueses residentes em Angola, sob liderança da Comissão Multissectorial de Prevenção e Combate à Covid-19.

Na sequência dos voos humanitários, a TAAG fez regressar 283 cidadãos em aflicão na cidade portuguesa do Porto, no dia 30, naquela que foi a única operação, a propósito, àquela localidade. Neste momento aguardam pela sua vez mil 300 compatriotas, na capital de Portugal.

À semelhança dos dois primeiros voos, neste terceiro foram priorizados os passageiros doentes que cumpriram juntas médicas, cidadãos que estavam em formação académica, grupos familiares específicos (sobretudo com crianças) e os idosos.

Segundo cálculos da Angop, neste curto espaço de tempo, a contar do dia 24 de Julho, com intervalos mínimos de 14 dias, a transportadora aérea de bandeira fez regressar 848 cidadãos, trazendo a bordo do Boeing 777-300 uma média de 270 passageiros adultos, por viagem.

Conforme os termos do Decreto Presidencial sobre o Estado de Calamidade Pública, e apesar dos testes realizados antes do embarque (com resultados negativos) os viajantes foram encaminhados para os centros de quarentena institucional obrigatória.

Recorda-se que durante o Estado de Emergência, entre a 25 de Março e 25 de Maio, a TAAG transportou (pelo menos) quatro mil cidadãos angolanos que estavam retidos no estrangeiro, mormente na África do Sul, no Brasil, em Portugal.

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FonteANGOP
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