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Ministério reforça relações com a imprensa estrangeira

O Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social manifestou, ontem, interesse em melhorar as relações com os correspondentes da imprensa estrangeira em Angola.

O interesse foi manifestado pelo secretário de Estado da Comunicação Social, Nuno Caldas Albino, durante um encontro com os correspondentes dos órgãos de comunicação social estrangeiros, no Centro de Imprensa Aníbal de Melo.

Nuno Caldas Albino disse que o Presidente João Lourenço inaugurou uma nova etapa que tem propiciado mais abertura à imprensa nacional e internacional, razão pela qual considerou necessário o reforço da cooperação institucional com os meios de comunicação social que actuam no país.

De acordo com o secretário de Estado, desde 2017 que Angola vive um novo contexto político que tem propiciado maior abertura na imprensa, onde os meios de comunicação social estrangeiros jogam um papel importante para divulgar a nova realidade económica, política e social do país, daí a necessidade de estabelecer maior proximidade e cooperação institucional, para facilitar o trabalho.

Para Nuno Caldas Albino, a falta de colaboração institucional tem levado alguns órgãos de comunicação social estrangeiros a reportar matérias que não reflectem a realidade angolana, atitude que tem manchado a imagem do país além-fronteiras.

“Recentemente tivemos matérias da RTP-África e da SIC, cujos conteúdos não correspondem à realidade que vivemos. Entendemos que o país vive dificuldades e coabitamos com isso, mas não aos extremos que as matérias foram produzidas e isso cria desconforto ao poder político e aos angolanos”, realçou.

Assegurou que o Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social está a concluir o processo de reestruturação de toda a comunicação institucional do Executivo, quer interna quer externa.

O processo, acrescentou, vai culminar com a criação de uma plataforma de comunicação digital do Governo, que será determinante para facilitar o acesso à informação por parte dos jornalistas nacionais e estrangeiros e dos cidadãos.

Preocupações Neusa e Silva, da Euronews, mostrou-se preocupada com a excessiva introdução de comunicados de imprensa nas redes sociais, com destaque para o “WhatsApp”, o que pode beliscar a autenticidade dos documentos fornecidos aos jornalistas.

Raquel Rio, da Agência Lusa, mostrou-se preocupada com a entrada em vigor da Carteira Profissional em Angola, bem como o tratamento a ser dado aos correspondentes internacionais residentes em Angola.

“Gostava de saber se cada um de nós vai usar a carteira profissional do seu país ou teremos Carteira Angolana com as devidas observações”, questionou. Silva Candembo, da agência EFE, solicitou maior desburocratização no acesso às actividades no Palácio Presidencial, bem como a necessidade de se evitar apreensão dos equipamentos dos jornalistas durante as coberturas presidenciais.

Cândido Mendes, da Bloomberg, queixou-se dos directores dos Gabinetes de Comunicação Institucional e Imprensaquenãoaceitamser citados como fonte de informação, quando o órgão que representa exige, no mínimo, duas fontes de informação, para validar uma notícia.

José Levi, da RTP, apontou dificuldades no acesso às fontes de informação. Mostrou-se, também, preocupado com o novo figurino do Centro de Imprensa Aníbal de Melo e sobre o credenciamento da imprensa estrangeira no país. Para José Silva, da France Press, o maior desafio para os profissionais de audiovisuais tem a ver com a recolha de imagens e vídeos na capital do país.

Maria Júlia, da Prensa Latina, advogou o acesso aos comunicados do Conselho de Ministros, no final de cada sessão, de modo a facilitar os profissionais. No país estão acreditados 13 órgãos de comunicação social estrangeiros.

 

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