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Executivo angolano quer investigar ao pormenor o que se passa na Igreja Universal

As palavras da Ministra de Estado para a área social deixam  a entender que é pretensão do Executivo angolano ver devidamente esclarecidas as causas da crise instalada no seio da Igreja Universal do Reino de Deus, que opõe pastores angolanos contra a liderança brasileira.

Carolina Cerqueira, que considera o caso de natureza política adiantou ser “necessária muita ponderação para resolver esta questão” onde existem indícios de “crimes que têm de ser tratados em forum próprio pelas entidades competentes, para que seja dado um tratamento processual que é exigido por lei”.

“Há indícios de alguns crimes de esbulho, violência física e verbal que se tem notado ultimamente através da comunicação social. Vamos esperar que os órgãos competentes se pronunciem, para que se adicionem os tramites processuais em respeito às leis de Angola”.

A ministra de Estado respondia deste modo ao pedido assinado pelo filho do presidente do Brasil, Jair Bolsonaro em carta dirigida ao  homólogo angolano, João Lourenço, em nome do seu pai, solicitando às autoridades angolanas, protecção aos religiosos brasileiros da IURD, que estariam a sofrer acções de violência, por parte dos agressores angolanos.

Para Carolina Cerqueira  o caso é do foro judicial e será esta instância a julgar os indícios de crime denunciados pelos pastores angolanos, que reclamam um tratamento igual aos brasileiros em exercício pastoral em Angola.

“O que nós temos que preservar é o estatuto de cada uma das pessoas ligadas à instituição, o património da Igreja Universal, e sobretudo preservar, os princípios constitucionais, porque Angola é um Estado laico e democrático de direito e vamos colocar a justiça à frente para resolver este diferendo”.

 

 

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