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Detidos 918 cidadãos durante calamidade pública

As forças de defesa e serviços de segurança detiveram, de 13 a 20 de Junho, 918 cidadãos por desobediência ao Decreto Presidencial Sobre a Situação de Calamidade Pública, revelou hoje (segunda-feira), em Luanda, o ministro do Interior, Eugénio Laborinho.

Discursando por ocasião do 41º aniversário do Ministério do Interior, que hoje se comemora, o governante referiu que no mesmo período foram apreendidos mil e 814 veículos motorizados por excesso de lotação e actividade de moto-taxi, antes da regulamentação própria.

Segundo ele, durante este período foram empregues 27 mil e 199 efectivos dos órgãos de defesa e segurança, tendo sido realizadas 33 mil e 817 acções de sensibilização, duas mil e 888 barreiras de trânsito e mil e 914 dispersões de aglomerações por inobservância das medidas de biosegurança.

No que concerne à fronteiras, acrescentou, foram registados 175 casos de violação, sendo 135 de entrada ilegal frustrada e 35 de saída ilegal frustrada, o que resultou na detenção e retorno aos países de origem 927 estrangeiros, dos quais 767 da RDC e 99 namibianos.

Relativamente ao estado de emergência, o ministro frisou que nele foram detidos 15 mil 658 cidadãos, apreendidas 10 mil e 429 viaturas, 20 mil e 445 motociclos e 184 armas de fogo de diverso calibre.

Eugénio Laborinho disse ainda que neste período foram julgados sumariamente mil e 606 cidadãos, encerrados 10 mil e 762 estabelecimentos comerciais, destacando oito mil e 13 mercados informais e dois mil 749 mercados formais, dentre os quais armazéns, lojas e cantinas.

De acordo com ele, durante o estado de emergência foram empregues 87 mil e 759 efectivos das forças de defesa e segurança, dentre os quais 77 mil e 278 da PNA, dois mil e 200 do SIC, mil e 300 do SME, 420 da SP e três mil e 970 do SPCB.

“As forças vão continuar as suas acções táctico-operacionais focadas no cumprimento das medidas do Decreto Presidencial sobre a situação de Calamidade e no combate à criminalidade em todo o país”, sublinhou o ministro do Interior.

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FonteAngop
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